Grupo cobrava até US$ 100 mil para facilitar a obtenção de status de imigração legal no país
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Julia Delaosa
Gruas de construção civil na Casa Branca | Patrícia Vasconcellos/SBT News
O Departamento de Justiça dos Estados Unidosindiciou, nesta quarta-feira (12), pessoas acusadas de participar de um esquema de casamentos falsos que teria funcionado durante uma década. Segundo documentos judiciais, cerca de 1.000 casamentos foram organizados para permitir que, em sua maioria, cidadãos chineses conseguissem status de imigração legal no país.
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De acordo com a acusação apresentada em um tribunal federal de Manhattan, estrangeiros chegavam a pagar US$ 100 mil para participar do esquema. O dinheiro era destinado a um grupo de seis “facilitadores”, que encontravam cidadãos norte-americanos dispostos a se casar com os estrangeiros.
Os cidadãos dos Estados Unidos recebiam até US$ 30 mil para aceitar os casamentos, segundo a acusação.
Depois da união, os integrantes do esquema ajudavam os recém-casados a apresentar documentos ao Departamento de Segurança Interna dos EUA. O objetivo era permitir que os estrangeiros envolvidos no esquema obtivessem status de imigração legal nos Estados Unidos.
O procurador-geral Todd Blanche classificou o caso como “um dos maiores processos por fraude matrimonial da história dos EUA”. Ele também afirmou que o esquema mostra “até onde as pessoas são capazes de ir para burlar nosso sistema de imigração”.
O indiciamento foi anunciado após um decreto assinado pelo presidente Donald Trump na semana passada para restringir o chamado “turismo de nascimento”. A medida foi anunciada depois que a Suprema Corte dos EUA decidiu a favor de amplos direitos de cidadania para bebês nascidos nos Estados Unidos.
Também nestaquarta-feira, o Departamento de Estado informou que começou uma iniciativa para revisar as atividades de pessoas que possuem visto. A intenção é combater casos de mulheres que viajam aos Estados Unidos exclusivamente para obter a cidadania para os filhos.
EUA indiciam 11 por esquema de casamentos falsosGrupo cobrava até US$ 100 mil para facilitar a obtenção de status de imigração legal no paísMundo2026-08-12T20:20:47.121ZO Departamento de Justiça dos Estados Unidos indiciou, nesta quarta-feira (12), pessoas acusadas de participar de um esquema de casamentos falsos que teria funcionado durante uma década. Segundo documentos judiciais, cerca de 1.000 casamentos foram organizados para permitir que, em sua maioria, cidadãos chineses conseguissem status de imigração legal no país. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. De acordo com a acusação apresentada em um tribunal federal de Manhattan, estrangeiros chegavam a pagar US$ 100 mil para participar do esquema. O dinheiro era destinado a um grupo de seis “facilitadores”, que encontravam cidadãos norte-americanos dispostos a se casar com os estrangeiros. Os cidadãos dos Estados Unidos recebiam até US$ 30 mil para aceitar os casamentos, segundo a acusação. Depois da união, os integrantes do esquema ajudavam os recém-casados a apresentar documentos ao Departamento de Segurança Interna dos EUA. O objetivo era permitir que os estrangeiros envolvidos no esquema obtivessem status de imigração legal nos Estados Unidos. O procurador-geral Todd Blanche classificou o caso como “um dos maiores processos por fraude matrimonial da história dos EUA”. Ele também afirmou que o esquema mostra “até onde as pessoas são capazes de ir para burlar nosso sistema de imigração”. O indiciamento foi anunciado após um decreto assinado pelo presidente Donald Trump na semana passada para restringir o chamado “turismo de nascimento”. A medida foi anunciada depois que a Suprema Corte dos EUA decidiu a favor de amplos direitos de cidadania para bebês nascidos nos Estados Unidos. Também nesta quarta-feira, o Departamento de Estado informou que começou uma iniciativa para revisar as atividades de pessoas que possuem visto. A intenção é combater casos de mulheres que viajam aos Estados Unidos exclusivamente para obter a cidadania para os filhos. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/eua-indiciam-11-por-esquema-de-casamentos-falsos