Política

Vice de Haddad segue indefinido, e PT amplia negociações para formar chapa em SP, diz Kiko Celeguim

Presidente do PT paulista diz que partido vai ceder espaços e prioriza alianças para fortalecer candidatura ao governo

Presidente do PT em São Paulo, o deputado federal Kiko Celeguim afirmou ao SBT News que a vaga de vice na chapa de Fernando Haddad ao governo do Estado ainda está em aberto. Segundo ele, a definição será feita dentro de uma estratégia para ampliar alianças e fortalecer a disputa.

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Em entrevista ao jornalista Eduardo Gayer no programa Central de Notícias, Celeguim disse que o PT já tem como prioridade a candidatura de Haddad ao governo estadual, além da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O dirigente afirmou que tanto a vaga de vice quanto as candidaturas ao Senado serão negociadas com aliados. A intenção é construir a “chapa mais ampla possível”, sem imposição de nomes neste momento. "O importante é ter uma chapa que nos dê dimensão para falar com toda a população.”

Entre os cenários em discussão, o PT admite compor com partidos de diferentes espectros políticos. Celeguim citou a possibilidade de diálogo com o PSD, liderado por Gilberto Kassab, inclusive para a vaga de vice. “Não há nenhum preconceito com nome nenhum dentro desse espectro.”

O deputado federal e presidente do PT São Paulo, Kiko Celeguim | Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
O deputado federal e presidente do PT São Paulo, Kiko Celeguim | Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Na disputa pelo Senado, a primeira vaga tende a ficar com Simone Tebet. A segunda vaga segue indefinida, com nomes como Márcio França e Marina Silva entre as opções.

Celeguim afirmou que o PT não pretende travar disputas internas por cargos e que as decisões dependerão do potencial eleitoral dos candidatos. Ele classificou o cenário como positivo por haver mais nomes viáveis do que vagas disponíveis.

Sobre a eleição, o presidente do PT paulista avaliou que Tarcísio de Freitas aparece à frente, mas pode ser alcançado. “O Tarcísio está longe de ser imbatível.” Segundo ele, a campanha petista deve explorar fragilidades da gestão estadual em áreas como saúde, educação e transporte.

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