Pacheco se filia ao PSB e evita confirmar candidatura ao governo de MG: “As definições virão”
Senador diz que projeto para o estado pode ir além de seu nome e defende conversa ampla entre partidos
Jessica Cardoso
02/04/2026, 00:24 • Atualizado em 02/04/2026, 00:24
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Rodrigo Pacheco durante evento de filiação ao PSB | Reprodução/SBT News
O senador Rodrigo Pacheco se filiou ao PSB nesta quarta-feira (1º), em Brasília, em um movimento que reforça sua aproximação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o coloca como potencial candidato ao governo de Minas Gerais.
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Durante o evento, que contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do presidente nacional do PSB, João Campos, Pacheco falou sobre sua trajetória política vinculada ao estado e reforçou o compromisso com pautas locais, afirmando que seguirá atuando “na defesa das causas de Minas”.
Apesar do gesto político, o senador evitou confirmar uma candidatura e ressaltou que o ato teve caráter exclusivamente partidário. Segundo ele, o debate sobre a disputa estadual será conduzido pelos atores políticos mineiros nos próximos meses.
“A partir de segunda-feira [6], com todas as acomodações partidárias [e] os agentes políticos nos seus perspectivos partidos, caberá aos agentes políticos de Minas Gerais terem uma discussão sobre a questão das composições desse campo democrático. [...] As definições em relação às eleições virão ao longo dos próximos tempos”, afirmou, referindo-se a janela partidária, período em que se pode trocar de partido sem sofrer punições, que se encerra na sexta-feira (3).
Pacheco indicou que o PSB participará das articulações para a formação de uma chapa competitiva no estado, que inclui negociações para os cargos de governador, vice e as duas vagas ao Senado.
Ele defendeu a construção de um debate amplo entre partidos e afirmou que o objetivo é apresentar “um caminho diferente do atual”, com foco em desenvolvimento.
O senador também revelou conversas com lideranças políticas de diferentes siglas, como o deputado Aécio Neves (PSDB), e mencionou a importância de diálogo com partidos como MDB, União Brasil, PP, PT, PCdoB, PV e PDT para viabilizar uma composição.
“[...] se estão todos imbuídos no mesmo propósito de mudança, todo mundo pode sentar para poder fazer uma composição política em favor de Minas Gerais e dos mineiros, e não necessariamente com o meu nome como candidato a governador. Pode eventualmente ser um outro nome que tenha também condições de fazer essa personificação de uma causa que é muito mais ampla: um projeto para o estado”, afirmou.
Pacheco se filia ao PSB e evita confirmar candidatura ao governo de MG: “As definições virão”Senador diz que projeto para o estado pode ir além de seu nome e defende conversa ampla entre partidosPolítica2026-04-02T00:24:10.715ZO senador Rodrigo Pacheco se filiou ao PSB nesta quarta-feira (1º), em Brasília, em um movimento que reforça sua aproximação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o coloca como potencial candidato ao governo de Minas Gerais. Durante o evento, que contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do presidente nacional do PSB, João Campos, Pacheco falou sobre sua trajetória política vinculada ao estado e reforçou o compromisso com pautas locais, afirmando que seguirá atuando “na defesa das causas de Minas”. Apesar do gesto político, o senador evitou confirmar uma candidatura e ressaltou que o ato teve caráter exclusivamente partidário. Segundo ele, o debate sobre a disputa estadual será conduzido pelos atores políticos mineiros nos próximos meses. “A partir de segunda-feira [6], com todas as acomodações partidárias [e] os agentes políticos nos seus perspectivos partidos, caberá aos agentes políticos de Minas Gerais terem uma discussão sobre a questão das composições desse campo democrático. [...] As definições em relação às eleições virão ao longo dos próximos tempos”, afirmou, referindo-se a janela partidária, período em que se pode trocar de partido sem sofrer punições, que se encerra na sexta-feira (3). Pacheco indicou que o PSB participará das articulações para a formação de uma chapa competitiva no estado, que inclui negociações para os cargos de governador, vice e as duas vagas ao Senado. Ele defendeu a construção de um debate amplo entre partidos e afirmou que o objetivo é apresentar “um caminho diferente do atual”, com foco em desenvolvimento. O senador também revelou conversas com lideranças políticas de diferentes siglas, como o deputado Aécio Neves (PSDB), e mencionou a importância de diálogo com partidos como MDB, União Brasil, PP, PT, PCdoB, PV e PDT para viabilizar uma composição. “[...] se estão todos imbuídos no mesmo propósito de mudança, todo mundo pode sentar para poder fazer uma composição política em favor de Minas Gerais e dos mineiros, e não necessariamente com o meu nome como candidato a governador. Pode eventualmente ser um outro nome que tenha também condições de fazer essa personificação de uma causa que é muito mais ampla: um projeto para o estado”, afirmou. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pacheco-se-filia-ao-psb-e-evita-confirmar-candidatura-ao-governo-de-mg-as-definicoes-virao