PT define novo coordenador eleitoral para destravar palanques de Lula em Minas e Goiás
Jilmar Tatto herda posto de José Guimarães, que assumiu Ministério das Relações Institucionais
Eduardo Gayer
05/05/2026, 20:38 • Atualizado em 05/05/2026, 20:38
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Deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) | Foto: Câmara dos Deputados
O PT escolheu nesta terça-feira (5) o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) para coordenar o grupo de trabalho eleitoral do partido. Vice-líder do governo Lula, Tatto substitui o José Guimarães (PT-CE), que assumiu o Ministério das Relações Institucionais.
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A principal missão do novo coordenador do GTE do PT será fechar os palanques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Minas Gerais e Goiás, os dois Estados que ainda não definiram seus candidatos a governador.
Sem Pacheco, o PT trabalha com três opções. A primeira delas é apoiar Alexandre Kalil (PDT), ex-prefeito de Belo Horizonte, embora o diretório mineiro resista à solução. A segunda opção é convidar para a empreitada o empresário Josué Alencar (PSB), ex-presidente da FIESP e filho de José Alencar, que foi vice de Lula nos dois primeiros mandatos. A última opção à mesa é deslocar a pré-candidata ao Senado Marília Campos (PT) para a disputa a governadora.
Em Goiás, o cenário é ainda mais incerto. O PT sequer decidiu se terá candidatura própria, com a deputada federal Adriana Accorsi, ou de apoiará outra chapa.
José Guimarães | Foto: Divulgação/PT
PT define novo coordenador eleitoral para destravar palanques de Lula em Minas e GoiásJilmar Tatto herda posto de José Guimarães, que assumiu Ministério das Relações InstitucionaisPolítica2026-05-05T20:38:09.677ZO PT escolheu nesta terça-feira (5) o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) para coordenar o grupo de trabalho eleitoral do partido. Vice-líder do governo Lula, Tatto substitui o José Guimarães (PT-CE), que assumiu o Ministério das Relações Institucionais. A principal missão do novo coordenador do GTE do PT será fechar os palanques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Minas Gerais e Goiás, os dois Estados que ainda não definiram seus candidatos a governador. Lula pretendia lançar o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) ao governo mineiro, mas a relação do PT com o parlamentar estremeceu após o ). O governo viu as digitais do aliado na conspiração contra Messias. O senador nega. Sem Pacheco, o PT trabalha com três opções. A primeira delas é apoiar Alexandre Kalil (PDT), ex-prefeito de Belo Horizonte, embora o diretório mineiro resista à solução. A segunda opção é convidar para a empreitada o empresário Josué Alencar (PSB), ex-presidente da FIESP e filho de José Alencar, que foi vice de Lula nos dois primeiros mandatos. A última opção à mesa é deslocar a pré-candidata ao Senado Marília Campos (PT) para a disputa a governadora. Em Goiás, o cenário é ainda mais incerto. O PT sequer decidiu se terá candidatura própria, com a deputada federal Adriana Accorsi, ou de apoiará outra chapa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/pt-define-novo-coordenador-eleitoral-para-destravar-palanques-de-lula-em-minas-e-goias