Para firmar delação, Cid pediu perdão judicial ou pena máxima de 2 anos e segurança da PF
Pedidos do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro foram homologados pelo ministro do STF Alexandre de Moraes
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Delação de Cid foi tornada público após decisão de Moraes | Divulgação/Lula Marques/Agência Brasil
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pediu perdão judicial ou prisão de até 2 anospara firmar delação com a Polícia Federal (PF).
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O militar também pediu que os benefícios incluíssem seu pai, general Mauro Cesar Lourena Cid, e sua esposa e filha maior de idade. Além disso, solicitou segurança da PF para proteção dele e de familiares.
Em outro momento, em novembro de 2024, a PF disse que Cid teria descumprido a delação com depoimentos contraditórios. No entanto, o acordo foi mantido após o ex-ajudante depor a Moraes.
Para firmar delação, Cid pediu perdão judicial ou pena máxima de 2 anos e segurança da PF Pedidos do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro foram homologados pelo ministro do STF Alexandre de MoraesPolítica2025-02-19T16:22:10.052ZO tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pediu perdão judicial ou prisão de até 2 anos para firmar delação com a Polícia Federal (PF). O militar também pediu que os benefícios incluíssem seu pai, general Mauro Cesar Lourena Cid, e sua esposa e filha maior de idade. Além disso, solicitou segurança da PF para proteção dele e de familiares. As exigências constam em documentos da delação premiada de Cid. O conteúdo teve sigilo derrubado nesta quarta-feira (19) pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, horas depois de a por suposta tentativa de golpe de Estado. Para firmar o acordo com a PF, Cid também pediu a restituição dos bens e valores apreendidos durante a operação. Todos os benefícios acordados entre PF e Cid serão analisados no decorrer da fase processual no STF. A delação de Cid foi alvo de dois momentos de tensão em que os investigadores da PF chegaram a pedir a rescisão do acordo. A primeira vez foi quando a revista falava ter sido pressionado para depor à PF. Em outro momento, em novembro de 2024, a PF disse que Cid teria descumprido a delação com depoimentos contraditórios. No entanto, o acordo foi mantido após o ex-ajudante depor a Moraes.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/para-firmar-delacao-cid-pediu-perdao-judicial-pena-maxima-de-2-anos-e-seguranca-da-pf