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Política

Pacheco defende regulamentação da inteligência artificial após apagão cibernético

Projeto de lei para regular IA está tramitando em comissão do Senado

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A Câmara dos Deputados e o Senado Federal informaram que o apagão cibernético mundial não afetou seus sistemas | Pedro França/Agência Senado
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O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a regulamentação da inteligência artificial no Brasil, na sexta-feira (19), ao comentar sobre o apagão cibernético que afetou diversos serviços ao redor do mundo.

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O parlamentar ressaltou que os efeitos da pane causam "apreensão" e expressou desejo de que os responsáveis atuasse "de maneira célere e transparente para o restabelecimento dos serviços e, principalmente, da segurança adequada aos usuários". "A conectividade contribui para a amplitude de serviços essenciais do cotidiano".

Pacheco salientou ainda que, quando há uma falha, a reação em cadeia é prejudicial para milhares de pessoas.

"Esse ambiente nos alerta para os riscos da segurança cibernética, e nos lembra ser essencial a regulamentação da inteligência artificial, projeto de minha autoria, para que tenhamos um cenário mais claro, seguro e adequado em relação ao uso de ferramentas virtuais e seus efeitos práticos sobre a sociedade".

Ainda na sexta, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal informaram que o apagão cibernético mundial não afetou seus sistemas.

O projeto para regulamentar a inteligência artificial no país ao qual Pacheco se referiu está tramitando na Comissão Temporária Interna sobre IA no Brasil, do Senado. O colegiado teve seu prazo de funcionamento prorrogado nesta semana, até 15 de setembro.

Uma carta aberta assinada por entidades, grupos e indivíduos, divulgada pela Coalizão Direitos na Rede na semana retrasada, aponta para a existência de uma "forte mobilização" dos setores produtivos e das empresas de tecnologia para impedir a votação do projeto de lei, "seja por meio da imposição de uma enxurrada de emendas de última hora, de pedidos de audiências públicas, ou de lobby [pressão] direto junto aos parlamentares".

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