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Polícia do Canadá identifica todas as vítimas de atentado à escola

Jesse Van Rootsellar matou, em casa, a mãe e o irmão, e depois mais 6 pessoas na Tumbler Ridge Secondary High School; ela tirou a própria vida em seguida

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Vítimas fatais de ataque a tiros a escola no Canadá | Foto: Divulgação/Polícia do Canadá

A Polícia do Canadá divulgou, nesta quinta-feira (12), a identidade de todas as seis pessoas que morreram após um ataque a tiros a uma escola no Canadá, na terça-feira (10). O atentado ocorreu na escola Tumbler Ridge Secondary High School, escola de ensino médio na cidade de Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica.

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As vítimas foram identificadas como Abel Mwansa, de 12 anos; Ezekiel Schofield, de 13 anos; Kylie Smith, de 12 anos; Zoey Benoit, de 12 anos; Ticaria Lampert, de 12 anos; e Shannda Aviugana-Durand, de 39 anos. Antes de cometer o ataque a tiros na escola, a autora do atentado matou também a mãe, Jennifer Jacobs, de 39 anos, e o irmão Emmett Jacobs, de 11 anos, na casa onde vivia com a família.

Jesse Van Rootsellar, uma mulher transgênero de 18 anos, tirou a própria vida depois de cometer os crimes. Segundo a polícia, ela havia abandonado os estudos e tinha histórico de distúrbios mentais. Em mais de uma ocasião, a jovem foi detida sob a Lei Provincial de Saúde Mental para passar por avaliação médica.

Inicialmente, a polícia divulgou que o ataque, um dos mais letais da história do Canadá, havia deixado 10 mortos, mas depois o número foi revisado para baixo. Ao todo, são nove vítimas, incluindo as seis pessoas mortas na escola e a mãe e o irmão de Jesse Van Rootsellar, além da própria autora do atentado.

O ataque deixou também 27 feridos. Uma menina de 12 anos e uma jovem de 19 anos estão em estado grave e seguem no hospital. Outras 25 pessoas foram avaliadas em uma unidade de saúde local, mas não correm risco de morrer. Cerca de 100 pessoas, entre alunos e funcionários, foram retiradas da escola em segurança.

Visivelmente abalado, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, classificou o episódio como "terrível". Ele adiou uma viagem oficial que faria à Europa e determinou que as bandeiras em prédios públicos permaneçam a meio mastro por sete dias, em sinal de luto. O rei Charles, chefe de Estado do Canadá, também se pronunciou, declarando estar "profundamente chocado e entristecido" com as mortes.

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