Ao SBT News, candidato do PL ao Senado diz que nunca foi aliado de Castro, critica decisões do STF e afirma que grupo bolsonarista foi prejudicado no RJ
Vicklin Moraes, Raquel Landim , Nathalia Fruet
O candidato ao Senado, Carlos Jordy (PL-RJ) | Reprodução/X @carlosjordy
O candidato ao Senado pelo PL, Carlos Jordy, afirmou que nunca foi aliado do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News, o parlamentar buscou se distanciar publicamente do antigo correligionário e fez duras críticas à condução política do estado e a decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF).
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique aqui e siga o canal do SBT News.
Segundo Jordy, ele sempre manteve uma postura crítica em relação à gestão de Castro e ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar.
"Eu sempre deixei muito claro que nunca fui aliado de Cláudio Castro. Sempre fiz críticas ao modo como ele vinha governando o nosso estado; também critiquei o presidente Bacellar. Recordo-me da época em que ele era cotado para ser governador do estado, quando eles estavam em ascensão, tanto Cláudio Castro quanto Bacellar. Eu sempre disse que eles não mereciam essas vagas. Afirmei que Cláudio Castro não merecia ser senador, muito menos nosso governador, e que eles não seriam. Inclusive, muita gente me criticou naquela época. Sou uma pessoa que sempre teve uma conduta muito firme no sentido de restabelecer a democracia, a independência e a separação entre os poderes", declarou o candidato.
A declaração de Jordy marca um forte reposicionamento interno no PL fluminense. Antes de cair em desgraça política, Cláudio Castro era considerado a principal aposta do partido para disputar uma das vagas ao Senado Federal.
A trajetória do ex-governador, contudo, ruiu após ele ter a inelegibilidade declarada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além do revés na Justiça Eleitoral, Castro passou a ser alvo de operações policiais que investigam suspeitas de fraudes fiscais relacionadas à refinaria Refit e supostos desvios em aportes bilionários do instituto Rioprevidência no Banco Master.
Críticas ao STF
Carlos Jordy também subiu o tom contra o Supremo Tribunal Federal. O pivô do ataque foi a decisão da Suprema Corte que impediu o candidato do PL ao governo do estado, Douglas Ruas, de assumir interinamente o comando do Executivo fluminense após a renúncia de Cláudio Castro.
Para o candidato ao Senado, a intervenção do STF teve o objetivo deliberado de prejudicar o grupo bolsonarista na disputa local e favorecer a aliança entre o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT).
"Hoje, nós temos uma eleição muito polarizada no Rio de Janeiro, com um equilíbrio total entre Flávio Bolsonaro e Lula. Tendo em vista todos os avanços arbitrários e de totalitarismo, inclusive por parte do Supremo Tribunal Federal, houve, segundo essa visão, um golpe de Estado para que o nosso candidato não assumisse, em uma eleição indireta, o governo do estado e, assim, se tornasse mais conhecido. Esse teria sido o intuito: beneficiar Eduardo Paes e Lula", acusou Jordy.
"Nunca fui aliado de Castro", diz Carlos Jordy Ao SBT News, candidato do PL ao Senado diz que nunca foi aliado de Castro, critica decisões do STF e afirma que grupo bolsonarista foi prejudicado no RJPolítica2026-08-05T20:50:06.184ZO candidato ao Senado pelo PL, Carlos Jordy, afirmou que nunca foi aliado do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News, o parlamentar buscou se distanciar publicamente do antigo correligionário e fez duras críticas à condução política do estado e a decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF). 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Segundo Jordy, ele sempre manteve uma postura crítica em relação à gestão de Castro e ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar. "Eu sempre deixei muito claro que nunca fui aliado de Cláudio Castro. Sempre fiz críticas ao modo como ele vinha governando o nosso estado; também critiquei o presidente Bacellar. Recordo-me da época em que ele era cotado para ser governador do estado, quando eles estavam em ascensão, tanto Cláudio Castro quanto Bacellar. Eu sempre disse que eles não mereciam essas vagas. Afirmei que Cláudio Castro não merecia ser senador, muito menos nosso governador, e que eles não seriam. Inclusive, muita gente me criticou naquela época. Sou uma pessoa que sempre teve uma conduta muito firme no sentido de restabelecer a democracia, a independência e a separação entre os poderes", declarou o candidato. A declaração de Jordy marca um forte reposicionamento interno no PL fluminense. Antes de cair em desgraça política, Cláudio Castro era considerado a principal aposta do partido para disputar uma das vagas ao Senado Federal. A trajetória do ex-governador, contudo, ruiu após ele ter a. Além do revés na Justiça Eleitoral, Castro passou a ser alvo de operações policiais que investigam suspeitas de fraudes fiscais relacionadas à refinaria Refit e supostos desvios em aportes bilionários do instituto Rioprevidência no Banco Master. Críticas ao STF Carlos Jordy também subiu o tom contra o Supremo Tribunal Federal. O pivô do ataque foi a decisão da Suprema Corte que impediu o candidato do PL ao governo do estado, Douglas Ruas, de assumir interinamente o comando do Executivo fluminense após a renúncia de Cláudio Castro. Para o candidato ao Senado, a intervenção do STF teve o objetivo deliberado de prejudicar o grupo bolsonarista na disputa local e favorecer a aliança entre o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT). "Hoje, nós temos uma eleição muito polarizada no Rio de Janeiro, com um equilíbrio total entre Flávio Bolsonaro e Lula. Tendo em vista todos os avanços arbitrários e de totalitarismo, inclusive por parte do Supremo Tribunal Federal, houve, segundo essa visão, um golpe de Estado para que o nosso candidato não assumisse, em uma eleição indireta, o governo do estado e, assim, se tornasse mais conhecido. Esse teria sido o intuito: beneficiar Eduardo Paes e Lula", acusou Jordy.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/nunca-fui-aliado-de-castro-diz-carlos-jordy
PF investiga desvio de mais de R$ 300 milhões em Mato Grosso
Operação Heritage cumpre 25 mandados de busca, expedidos pelo STF, e bloqueia R$ 316 milhões em apuração sobre acordo entre estado e empresa de telefonia