O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou a homenagem ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, realizada nesta sexta-feira (27) na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), para fazer críticas ao PT e ao governo Lula.
Escolhido para ser o pré-candidato do PL à Presidência da República, o senador adotou tom eleitoral ao convocar apoiadores e reforçar o discurso de oposição. Durante a fala, o senador direcionou ataques ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a quem chamou de “pior prefeito da história de São Paulo”.
“Não pode ver o bolso de alguém que já quer taxar”, afirmou, ao criticar a política econômica do governo federal.
Após o evento, Valdemar ponderou, por outro lado, que Haddad é um "camarada sério”, “fora de todos os problemas que o PT está enfrentando” e disse que considera uma judiação, o que Lula está fazendo com o ministro da Fazenda, ou seja, incentivando-o a concorrer ao governo de São Paulo. Isso porque, segundo Valdemar, Tarcísio é imbatível em sua busca pela reeleição.
Em suas falas, Flávio Bolsonaro mencionou o projeto conhecido como PL Antifacção, aprovado pelo Congresso, e questionou o posicionamento do presidente da República. “Eu quero saber se o Lula vai ficar do lado das vítimas ou dos bandidos”, disse.
Em tom de desabafo, Flávio disse que sua família enfrenta dificuldades. “Nós estamos atravessando o momento mais difícil de nossas vidas, na minha casa, na minha família. Ainda assim, estamos aqui com vocês, firmes e fortes”, afirmou. Em seguida, vinculou a declaração ao cenário político: “A gente vai resgatar esse país. A gente vai honrar o presidente Bolsonaro.”
Ao elogiar seu pai, disse que aliados foram perseguidos. “A gente vai honrar essas pessoas que foram perseguidas e nunca mais ninguém mais vai sentir saudade do PT”, enfatizou.
"Ninguém nunca mais vai sentir saudade do PT", diz Flávio Bolsonaro em homenagem a Valdemar na AlespEm cerimônia dedicada ao presidente do PL, senador critica Lula e Haddad e afirma que família vive “momento mais difícil”Política2026-02-27T21:32:35.826ZO senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou a homenagem ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, realizada nesta sexta-feira (27) na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), para fazer críticas ao PT e ao governo Lula. Escolhido para ser o pré-candidato do PL à Presidência da República, o senador adotou tom eleitoral ao convocar apoiadores e reforçar o discurso de oposição. Durante a fala, o senador direcionou ataques ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a quem chamou de “pior prefeito da história de São Paulo”. “Não pode ver o bolso de alguém que já quer taxar”, afirmou, ao criticar a política econômica do governo federal. Após o evento, Valdemar ponderou, por outro lado, que Haddad é um "camarada sério”, “fora de todos os problemas que o PT está enfrentando” e disse que considera uma judiação, o que Lula está fazendo com o ministro da Fazenda, ou seja, incentivando-o a concorrer ao governo de São Paulo. Isso porque, segundo Valdemar, Tarcísio é imbatível em sua busca pela reeleição. Em suas falas, Flávio Bolsonaro mencionou o projeto conhecido como PL Antifacção, aprovado pelo Congresso, e questionou o posicionamento do presidente da República. “Eu quero saber se o Lula vai ficar do lado das vítimas ou dos bandidos”, disse. Em tom de desabafo, Flávio disse que sua família enfrenta dificuldades. “Nós estamos atravessando o momento mais difícil de nossas vidas, na minha casa, na minha família. Ainda assim, estamos aqui com vocês, firmes e fortes”, afirmou. Em seguida, vinculou a declaração ao cenário político: “A gente vai resgatar esse país. A gente vai honrar o presidente Bolsonaro.” Ao elogiar seu pai, disse que aliados foram perseguidos. “A gente vai honrar essas pessoas que foram perseguidas e nunca mais ninguém mais vai sentir saudade do PT”, enfatizou.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/ninguem-nunca-mais-vai-sentir-saudade-do-pt-diz-flavio-bolsonaro-em-homenagem-a-valdemar-na-alesp
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O encontro aconteceu durante conferência conservadora na Flórida, o parlamentar também discursou que sua derrota não representa o fim do projeto político