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Relator da proposta na Câmara dos Deputados, Jardim lembrou que a legislação foi aprovada por unanimidade no Congresso Nacional justamente para servir como um mecanismo de defesa em situações de desequilíbrio nas relações comerciais internacionais.
"A Lei da Reciprocidade foi aprovada no Senado e eu fui o relator na Câmara. Quando aprovamos, conseguimos unanimidade. É um seguro de saúde ou um seguro antirroubo que você faz, mas espera não usar", afirmou.
"É igual jogar truco, ou seja, o outro pode reagir. Acho que a Lei da Reciprocidade é um instrumento importante, mas ainda não deve ser acionada. Eu aguardaria mais negociações, desfechos", disse.
"Se acionada, deve ter um destino muito pontual, voltado a determinados produtos muito localizados, e não uma regra geral. Acho que devemos esgotar a argumentação antes de dar esse passo", afirmou.
A declaração ocorre em meio ao agravamento da crise comercial entre os dois países. Nesta semana, o governo de Donald Trump confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre a maior parte das exportações brasileiras para o mercado americano, alegando práticas comerciais consideradas prejudiciais aos Estados Unidos. Entre as justificativas apresentadas pela Casa Branca estão a tributação do etanol americano, o Pix, questões relacionadas ao desmatamento, à propriedade intelectual e ao combate à corrupção.
O Palácio do Planalto classificou a medida americana como unilateral e sem justificativa econômica, enquanto integrantes do setor produtivo defendem que o diálogo diplomático seja priorizado para evitar uma escalada na disputa comercial.
Deputado da bancada ruralista é contra reciprocidade aos EUAArnaldo Jardim destaca a Lei da Reciprocidade, mas defende esgotar alternativas diplomáticas antes de uma reação do BrasilPolítica2026-07-17T20:54:41.131ZO vice-presidente da , deputado federal , defendeu cautela na resposta do Brasil à . Em entrevista ao SBT News nesta sexta-feira (17), ele afirmou que a é um instrumento importante, mas considerou que ainda não é o momento de colocá-la em prática. Relator da proposta na Câmara dos Deputados, Jardim lembrou que a legislação foi aprovada por unanimidade no Congresso Nacional justamente para servir como um mecanismo de defesa em situações de desequilíbrio nas relações comerciais internacionais. "A Lei da Reciprocidade foi aprovada no Senado e eu fui o relator na Câmara. Quando aprovamos, conseguimos unanimidade. É um seguro de saúde ou um seguro antirroubo que você faz, mas espera não usar", afirmou. O deputado comparou a adoção da medida a uma partida de truco, em que uma ação pode provocar uma resposta da outra parte. Segundo ele, . "É igual jogar truco, ou seja, o outro pode reagir. Acho que a Lei da Reciprocidade é um instrumento importante, mas ainda não deve ser acionada. Eu aguardaria mais negociações, desfechos", disse. Embora reconheça que a legislação pode ser utilizada caso as negociações fracassem, , sem atingir de forma ampla as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. "Se acionada, deve ter um destino muito pontual, voltado a determinados produtos muito localizados, e não uma regra geral. Acho que devemos esgotar a argumentação antes de dar esse passo", afirmou. A declaração ocorre em meio ao agravamento da crise comercial entre os dois países. Nesta semana, o governo de Donald Trump confirmou para o mercado americano, alegando práticas comerciais consideradas prejudiciais aos Estados Unidos. Entre as justificativas apresentadas pela Casa Branca estão a tributação do etanol americano, o Pix, questões relacionadas ao desmatamento, à propriedade intelectual e ao combate à corrupção. O Palácio do Planalto classificou a medida americana como unilateral e sem justificativa econômica, enquanto integrantes do setor produtivo defendem que o diálogo diplomático seja priorizado para evitar uma escalada na disputa comercial.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/deputado-da-bancada-ruralista-e-contra-reciprocidade-aos-eua
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