O número de pessoas sem moradia se mantém em 17.907, de acordo com balanço divulgado na conta do Telegram do presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez
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Agência EFE
17/07/2026, 21:52 • Atualizado em 17/07/2026, 22:02
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Prédios atingidos em Catia La Mar, na Venezuela, pelos terrmotos de junho de 2026 | EFE/ Miguel Gutiérrez
O número de mortos pelo duplo terremoto do último dia 24 de junho na Venezuela subiu nesta sexta-feira (17) para 5.069, após o acréscimo de 139 novos óbitos, informou o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, que também detalhou que a quantidade de feridos se mantém em 16.740.
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O número de pessoas sem moradia se mantém em 17.907, indica o balanço divulgado na conta do Telegram do também irmão da presidente interina, Delcy Rodríguez.
As autoridades, de acordo com o relatório de Rodríguez, atenderam 128.324 famílias afetadas pelos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5, enquanto 21.235 pessoas estão em 107 acampamentos temporários.
Desde 24 de junho, acrescentou o relatório, foram registradas 1.331 réplicas. A mais sentida ocorreu na manhã do último dia 10 de julho, quando foi registrado um tremor de magnitude 3,9 a 10 quilômetros a nordeste de Naiguatá, no estado de La Guaira, o mais afetado pelo duplo terremoto.
A réplica de uma semana atrás provocou pânico na população e evacuações de edifícios por precaução.
O Governo informou no último fim de semana sobre o início de um censo biométrico para saber quantas moradias são necessárias, embora estime que possam chegar a 25.000.
Na terça-feira (14), o Parlamento venezuelano aprovou um projeto de reforma de lei para acelerar a construção de moradias no país após os terremotos.
O primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional, Pedro Infante, explicou que esta modificação da Lei contra a Fraude Imobiliária — que deverá passar por um segundo debate para sua aprovação final — busca garantir melhores condições, com segurança jurídica e capacidade de financiamento, para que o setor privado inicie um "processo agressivo" de construção de moradias.
Venezuela: mortos por terremotos passam de 5.000O número de pessoas sem moradia se mantém em 17.907, de acordo com balanço divulgado na conta do Telegram do presidente do Parlamento, Jorge RodríguezMundo2026-07-17T21:52:07.623ZO número de mortos pelo subiu nesta sexta-feira (17) para 5.069, após o acréscimo de 139 novos óbitos, informou o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, que também detalhou que a quantidade de feridos se mantém em 16.740. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. O número de pessoas sem moradia se mantém em 17.907, indica o balanço divulgado na conta do Telegram do também irmão da presidente interina, Delcy Rodríguez. As autoridades, de acordo com o relatório de Rodríguez, atenderam 128.324 famílias afetadas pelos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5, enquanto 21.235 pessoas estão em 107 acampamentos temporários. Desde 24 de junho, acrescentou o relatório, foram registradas 1.331 réplicas. A mais sentida ocorreu na manhã do último dia 10 de julho, quando foi registrado um tremor de magnitude 3,9 a 10 quilômetros a nordeste de Naiguatá, no estado de La Guaira, o mais afetado pelo duplo terremoto. A réplica de uma semana atrás provocou pânico na população e evacuações de edifícios por precaução. O Governo informou no último fim de semana sobre o início de um censo biométrico para saber quantas moradias são necessárias, embora estime que possam chegar a 25.000. Na terça-feira (14), o Parlamento venezuelano aprovou um projeto de reforma de lei para acelerar a construção de moradias no país após os terremotos. O primeiro vice-presidente da Assembleia Nacional, Pedro Infante, explicou que esta modificação da Lei contra a Fraude Imobiliária — que deverá passar por um segundo debate para sua aprovação final — busca garantir melhores condições, com segurança jurídica e capacidade de financiamento, para que o setor privado inicie um "processo agressivo" de construção de moradias. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/terremotos-na-venezuela-numero-de-mortos-passa-de-5-000