Depois da ONU, Brasil se prepara para discutir situação da Venezuela na OEA
Representante brasileiro no encontro, em Washington, será o embaixador Benoli Belli; discurso deve seguir linha adotada na ONU
Hariane Bittencourt
05/01/2026, 19:47 • Atualizado em 05/01/2026, 19:47
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A OEA é composta por 35 países das Américas incluindo Brasil, Estados Unidos, México, Argentina e Colômbia | Camilo Freedman/APHOTOGRAFIA/Getty Images
O governo brasileiro se prepara para participar, nesta terça-feira (6), da reunião extraordinária do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir "os recentes acontecimentos na Venezuela".
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O encontro vai acontecer em Washington, capital dos Estados Unidos, a partir do meio-dia (horário de Brasília). O participante brasileiro será o embaixador Benoni Belli, representante permanente do Brasil junto à OEA.
Durante a reunião, a tendência é que Belli use seu tempo de fala para seguir a mesma linha adotada nesta segunda (5), durante o encontro do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pelo também embaixador Sérgio Danese.
Em Nova York, Danese fez críticas à ação militar norte-americana do último sábado (3). Ele afirmou que os Estados Unidos cruzaram uma linha inaceitável, afrontaram a soberania da Venezuela e que a ação abre um precedente perigoso para a comunidade internacional.
O embaixador falou em erosão do multilateralismo e defendeu que o caso seja veementemente condenado pela comunidade internacional para que a força não prevaleça sobre a lei.
A OEA é composta por 35 países das Américas, incluindo Brasil, Estados Unidos, México, Argentina e Colômbia. Neste ano, a atuação da organização está baseada em quatro pilares: democracia, direitos humanos, segurança e desenvolvimento.
Depois da ONU, Brasil se prepara para discutir situação da Venezuela na OEARepresentante brasileiro no encontro, em Washington, será o embaixador Benoli Belli; discurso deve seguir linha adotada na ONUPolítica2026-01-05T19:47:25.249ZO governo brasileiro se prepara para participar, nesta terça-feira (6), da reunião extraordinária do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir "os recentes acontecimentos na Venezuela". O encontro vai acontecer em Washington, capital dos Estados Unidos, a partir do meio-dia (horário de Brasília). O participante brasileiro será o embaixador Benoni Belli, representante permanente do Brasil junto à OEA. Durante a reunião, a tendência é que Belli use seu tempo de fala para seguir a mesma linha adotada nesta segunda (5), durante o encontro do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pelo também embaixador Sérgio Danese. Em Nova York, do último sábado (3). Ele afirmou que os Estados Unidos cruzaram uma linha inaceitável, afrontaram a soberania da Venezuela e que a ação abre um precedente perigoso para a comunidade internacional. O embaixador falou em erosão do multilateralismo e defendeu que o caso seja veementemente condenado pela comunidade internacional para que a força não prevaleça sobre a lei. A OEA é composta por 35 países das Américas, incluindo Brasil, Estados Unidos, México, Argentina e Colômbia. Neste ano, a atuação da organização está baseada em quatro pilares: democracia, direitos humanos, segurança e desenvolvimento.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/depois-da-onu-brasil-se-prepara-para-discutir-situacao-da-venezuela-na-oea
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