Cidades

Exclusivo: Parte da munição usada na execução de delator do PCC pertencia à PM de São Paulo

Laudo balístico aponta que munição foi comprada pela Polícia Militar e identificada pelo código de rastreamento

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Flavia Travassos, Robinson Cerantula
29/01/2025, 01:34 • Atualizado em 29/01/2025, 01:34
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Antônio Vinicius Gritzbach foi morto quando deixava o Aeroporto Internacional de São Paulo | Reprodução/Redes sociais

Antônio Vinicius Gritzbach foi morto quando deixava o Aeroporto Internacional de São Paulo | Reprodução/Redes sociais

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O laudo de balística do assassinato de Vinícius Gritzbach, ao qual o SBT Brasil teve acesso com exclusividade, revelou que parte da munição usada para executar o delator do PCC havia sido adquirida pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. A identificação foi possível por meio do código de rastreamento presente nos cartuchos.

O crime ocorreu no dia 8 de novembro do ano passado, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Policiais civis e militares suspeitos de envolvimento na execução do delator do PCC estão presos.

Procurada, a Secretaria de Segurança Pública informou que as investigações continuam sob a força-tarefa criada para esclarecer o caso e que detalhes estão sendo preservados para garantir a autonomia do trabalho policial.

Outro laudo do crime, o necroscópico, confirmou que Antônio Vinicius Gritzbach foi atingido por oito disparos, que atingiram diversas partes do corpo, incluindo cabeça e tórax. Os assassinos utilizaram dois fuzis, modelos 7.62 e 5.56, e realizaram um total de 34 disparos.

Parte da munição foi identificada no local do crime e estava em uma sacola abandonada pelos atiradores, onde também foi encontrada a inscrição "CBC", referência à Companhia Brasileira de Cartuchos.

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