Corpo de PM encontrada morta com tiro na cabeça é exumado em SP
Exame pode esclarecer trajetória do tiro e circunstâncias da morte da soldado da PM encontrada em apartamento no Brás
S
SBT Brasil
O corpo da soldado da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi exumado nesta sexta-feira (6) no cemitério de Suzano, na grande São Paulo.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
A medida foi autorizada pela Justiça após pedido da Polícia Civil do Estado de São Paulo e do Ministério Público de São Paulo, que investigam as circunstâncias da morte da policial.
A exumação foi sugerida pelo próprio Instituto Médico Legal para a realização de exames mais detalhados. Segundo os investigadores, análises como trajetória do projétil e posição da arma no momento do disparo podem ajudar a esclarecer se houve suicídio, homicídio ou eventual indução ao suicídio.
Investigadores questionam versão apresentada
De acordo com o relato do tenente-coronel à polícia, ele teria conversado com a esposa logo pela manhã e comunicado que pretendia se separar.
O oficial afirmou que, enquanto tomava banho, ouviu um disparo e encontrou Gisele caída na sala do apartamento.
Investigadores, no entanto, apontam que elementos observados no local levantaram dúvidas sobre essa versão.
Entre os pontos citados está o fato de a pistola ter sido encontrada encaixada na mão da vítima, situação considerada incomum em casos de suicídio, já que a arma geralmente cai após o disparo.
Além disso, policiais também teriam observado que o ambiente estava excessivamente organizado, o que chamou a atenção da equipe que atendeu a ocorrência.
Comportamento após o ocorrido também é investigado
Outro ponto analisado na investigação é o comportamento do tenente-coronel após o disparo.
Segundo relatos colhidos no inquérito, o oficial teria tomado um segundo banho enquanto a esposa recebia atendimento, mesmo após ser advertido por um soldado de que isso não seria recomendado naquele momento.
Também consta no inquérito que o oficial ligou para um amigo que é desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.
O magistrado teria ido até o local e acompanhado os procedimentos iniciais da ocorrência. A identidade dele ainda não foi divulgada.
Família relatou ciúme excessivo
Familiares da policial afirmaram aos investigadores que Gisele relatava ciúme excessivo do marido e já teria comentado sobre o assunto em outras ocasiões.
A investigação segue em andamento e os resultados da nova perícia devem ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte.
Corpo de PM encontrada morta com tiro na cabeça é exumado em SPExame pode esclarecer trajetória do tiro e circunstâncias da morte da soldado da PM encontrada em apartamento no BrásCidades2026-03-07T01:51:20.271ZO corpo da soldado da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi exumado nesta sexta-feira (6) no cemitério de Suzano, na grande São Paulo. A após pedido da Polícia Civil do Estado de São Paulo e do Ministério Público de São Paulo, que investigam as circunstâncias da morte da policial. , no bairro do Brás, região central da capital paulista, há pouco mais de duas semanas. + A exumação foi sugerida pelo próprio Instituto Médico Legal para a realização de exames mais detalhados. Segundo os investigadores, análises como trajetória do projétil e posição da arma no momento do disparo podem ajudar a esclarecer se houve suicídio, homicídio ou eventual indução ao suicídio. Investigadores questionam versão apresentada De acordo com o relato do tenente-coronel à polícia, ele teria conversado com a esposa logo pela manhã e comunicado que pretendia se separar. O oficial afirmou que, enquanto tomava banho, ouviu um disparo e encontrou Gisele caída na sala do apartamento. + Investigadores, no entanto, apontam que elementos observados no local levantaram dúvidas sobre essa versão. Entre os pontos citados está o fato de a pistola ter sido encontrada encaixada na mão da vítima, situação considerada incomum em casos de suicídio, já que a arma geralmente cai após o disparo. Além disso, policiais também teriam observado que o ambiente estava excessivamente organizado, o que chamou a atenção da equipe que atendeu a ocorrência. Comportamento após o ocorrido também é investigado Outro ponto analisado na investigação é o comportamento do tenente-coronel após o disparo. Segundo relatos colhidos no inquérito, o oficial teria tomado um segundo banho enquanto a esposa recebia atendimento, mesmo após ser advertido por um soldado de que isso não seria recomendado naquele momento. Também consta no inquérito que o oficial ligou para um amigo que é desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. O magistrado teria ido até o local e acompanhado os procedimentos iniciais da ocorrência. A identidade dele ainda não foi divulgada. Família relatou ciúme excessivo Familiares da policial afirmaram aos investigadores que Gisele relatava ciúme excessivo do marido e já teria comentado sobre o assunto em outras ocasiões. A investigação segue em andamento e os resultados da nova perícia devem ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte.
São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/policia/corpo-de-pm-encontrada-morta-com-tiro-na-cabeca-e-exumado-em-sp
PL 'dribla' STF e exibe Jair Bolsonaro em vídeo de IA
Mensagem do ex-presidente foi exibida durante evento que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência após restrições impostas por Moraes
Associação dos delegados da PF vê risco para caso Master
Em entrevista ao SBT News, presidente da entidade dos delegados da PF diz que corporação aprendeu com anulações, segue protocolos e atua com preocupação