Funcionário do IML é preso por desviar R$ 7 mil de morto
Daniel Nathan Ribeiro Andrade é suspeito de usar o celular da vítima para fazer um Pix para a própria conta bancária
SBT News
IML de Santos | Reprodução/Google Maps
Um atendente de necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso sob suspeita de usar o celular de um homem morto para realizar uma transferência via Pix de R$ 7 mil. Identificado como Daniel Nathan Andrade, ele é investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.
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O caso foi denunciado em 25 de maio pela viúva da vítima. Segundo o boletim de ocorrência, ao procurar o banco para encerrar a conta do marido, ela identificou uma transferência realizada às 6h49 de 15 de maio, cerca de três horas após o homem ter sido encaminhado ao IML depois de ser encontrado morto em uma via pública da cidade.
Ao verificar os dados do destinatário da transferência, a mulher constatou que o beneficiário era um funcionário do órgão responsável pelos serviços técnico-científicos da Polícia Civil.
A Justiça de São Paulo expediu um mandado de prisão preventiva contra o investigado, que foi detido na última segunda-feira (8). Ele poderá responder pelos crimes de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios.
Em nota, a Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) informou que acompanha as investigações e ressaltou que não tolera desvios de conduta, adotando medidas administrativas e disciplinares sempre que irregularidades são identificadas.
Funcionário do IML é preso por desviar R$ 7 mil de mortoDaniel Nathan Ribeiro Andrade é suspeito de usar o celular da vítima para fazer um Pix para a própria conta bancáriaBrasil2026-06-10T16:37:30.256ZUm atendente de necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso sob suspeita de usar o celular de um homem morto para realizar uma transferência via Pix de R$ 7 mil. Identificado como Daniel Nathan Andrade, ele é investigado pela Corregedoria da Polícia Civil. O caso foi denunciado em 25 de maio pela viúva da vítima. Segundo o boletim de ocorrência, ao procurar o banco para encerrar a conta do marido, ela identificou uma transferência realizada às 6h49 de 15 de maio, cerca de três horas após o homem ter sido encaminhado ao IML depois de ser encontrado morto em uma via pública da cidade. Ao verificar os dados do destinatário da transferência, a mulher constatou que o beneficiário era um funcionário do órgão responsável pelos serviços técnico-científicos da Polícia Civil. A Justiça de São Paulo expediu um mandado de prisão preventiva contra o investigado, que foi detido na última segunda-feira (8). Ele poderá responder pelos crimes de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios. Em nota, a Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) informou que acompanha as investigações e ressaltou que não tolera desvios de conduta, adotando medidas administrativas e disciplinares sempre que irregularidades são identificadas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/funcionario-do-iml-e-preso-por-desviar-r-7-mil-de-morto
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