Polícia

Adolescente investigado por estupro coletivo em Copacabana é considerado foragido da Justiça

Justiça determina internação do suspeito de 17 anos apontado como articulador do crime; polícia cumpriu mandados de busca, mas jovem não foi localizado

Imagem da noticia Adolescente investigado por estupro coletivo em Copacabana é considerado foragido da Justiça
Fachada da 12ª DP (Copacabana) | Foto: divulgação/Polícia
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O adolescente de 17 anos investigado por participação no estupro coletivo de uma adolescente em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, é considerado foragido da Justiça. Após pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a Justiça determinou a internação do menor de idade.

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Nesta quinta-feira (5), a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro cumpriu mandados de busca e apreensão em dois endereços ligados ao jovem, mas ele não foi localizado.

Segundo o delegado Angelo Lages, titular da 12ª Delegacia de Polícia, responsável pela investigação, o padrasto do adolescente informou que ele pretende se apresentar às autoridades ainda nesta tarde.

De acordo com as investigações, o jovem é apontado como o possível articulador do crime. A polícia afirma que foi ele quem convidou a vítima para o apartamento onde o abuso ocorreu. Além disso, há outra denúncia de estupro registrada contra ele.

Segundo a investigação, o crime teria ocorrido no apartamento de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. O imóvel estava vazio e seria colocado para aluguel no momento do crime. Simonin e o adolescente de 17 anos, também investigado no caso, eram estudantes do Colégio Pedro II, que informou ter aberto processo administrativo para expulsão dos dois.

Também foram indiciados pela Polícia Civil Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos, João Gabriel Xavier Bertho, de 19, Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18, além de Simonin.

De acordo com o inquérito, a vítima relatou ter recebido uma mensagem de um dos adolescentes, colega de escola com quem já havia mantido um relacionamento, convidando-a para ir ao apartamento de um amigo.

Ao chegar ao prédio, o jovem teria sugerido que fariam “algo diferente”, proposta que foi recusada pela adolescente. Ainda assim, os dois foram para um quarto e iniciaram uma relação sexual.

Em determinado momento, segundo a polícia, os demais suspeitos entraram no cômodo e passaram a pressionar a vítima para que mantivesse relações com todos. Diante da recusa, os jovens teriam tirado a roupa e praticado atos libidinosos sem o consentimento da adolescente.

A vítima também relatou que foi agredida e impedida de deixar o local. A Polícia Civil também investiga duas novas denúncias que envolvem o adolescente e mais doisu jovens que teriam participado no crime em Copacabana.

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