Polícia

Subsecretário é exonerado após filho ser acusado de estupro coletivo no Rio

José Carlos Simonin deixa o cargo nesta terça (3); quatro jovens foram indiciados pela por violência sexual contra estudante de 17 anos

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Os quatro suspeitos de participação no estupro de adolescente em Copacabana (RJ); menor de idade que também está envolvido teve a identidade preservada | Reprodução/Disque Denúncia RJ
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O subsecretário José Carlos Simonin, do Rio de Janeiro, será exonerado nesta terça-feira (3). Ele é pai de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, acusado de participação no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na zona sul da cidade.

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Em nota, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos informou que a medida foi adotada no âmbito administrativo, visando resguardar a integridade institucional e assegurar a condução responsável dos fatos noticiados.

Mais cedo, Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos, e João Gabriel Xavier Bertho, também de 19, se apresentaram à 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana).

Segundo as investigações, o crime teria ocorrido no apartamento de Vitor Hugo, que estava para alugar e vazio no momento do crime. Ele e um adolescente de 17 anos, também investigado no caso, eram estudantes do Colégio Pedro II. A instituição informou que iniciou processo administrativo para expulsão dos dois.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou quatro jovens maiores de 18 anos envolvidos no caso na última sexta-feira (27). O adolescente de 17 anos responderá por ato infracional análogo ao crime de estupro. Por ser menor de idade, ele teve a identidade preservada, conforme determina a legislação.

De acordo com a investigação, a vítima relatou ter recebido uma mensagem de um dos adolescentes, colega de escola com quem já havia se relacionado, convidando-a para ir ao apartamento de um amigo.

Ao chegar ao prédio, o jovem teria insinuado que fariam “algo diferente”, o que foi recusado pela adolescente. Os dois foram para um quarto e iniciaram relação sexual.

Em determinado momento, os demais suspeitos entraram no cômodo e passaram a pressionar a vítima para que ela mantivesse relações com todos. Diante da recusa, segundo a polícia, os jovens teriam tirado a roupa e praticado atos libidinosos sem o consentimento da adolescente. Ela relatou ainda ter sido agredida e impedida de sair do local.

O exame de corpo de delito apontou hemorragia, presença de sangue e escoriações na região íntima,

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