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Trump critica show de Bad Bunny no Super Bowl e diz que apresentação é 'afronta' aos EUA

Cantor porto-riquenho se apresentou no intervalo da final de domingo (8) com show politizado

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O presidente dos EUA, Donald Trump | Divulgação/Daniel Torok/Official White House Photo
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teceu críticas ao show do cantor porto-riquenho Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, a final da liga de futebol americano (NFL). Em publicação no domingo (8), o republicano classificou a apresentação como “a pior de todos os tempos”, dizendo representar uma afronta à ‘grandeza’ do país.

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“Não faz sentido, é uma afronta à Grandeza da América e não representa nossos padrões de Sucesso, Criatividade ou Excelência. Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é nojenta, especialmente para crianças pequenas que assistem de todo os Estados Unidos e do mundo todo. Este ‘show’ é apenas um ‘tapa na cara’ para o nosso país”, escreveu Trump.

A apresentação de Bunny vem sendo criticada pelo presidente desde setembro do ano passado, quando foi anunciada pela NFL. Integrantes do governo também foram contra a apresentação do cantor, classificaram a escolha como inadequada e associando o artista a posições políticas contrárias à atual política migratória.

A resposta de Bad Bunny veio no Grammy, realizado no dia 1º de janeiro, do qual saiu vitorioso em três categorias, incluindo a de 'Álbum do Ano', o primeiro da história para um disco em espanhol. Em seu discurso de vitória, disse “fora ICE”, sigla que se refere ao Serviço de Alfandega e Imigração norte-americano. A divisão é alvo de críticas mundiais devido às fiscalizações violentas contra imigrantes ilegais.

O show de domingo (8) não foi diferente. Apesar de não citar Trump ou o ICE, Bunny fez uma apresentação politizada, cantando, inclusive, a canção 'Lo Que Le Pasó a Hawaii', que fala sobre a colonização dos Estados Unidos. Acompanhado de diversas bandeiras, o cantor terminou o show citando cada um dos países americanos enquanto segurava uma bola de futebol americano com a frase, em inglês: "Juntos, somos América".

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