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Protestos estudantis se espalham e chegam à Itália

Inspirados por mobilização na França, italianos reivindicam melhores condições de ensino e protestam contra guerras

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Isaque Teles
Estudantes manifestando em Milão, na Itália | Reprodução: ANSA

Estudantes manifestando em Milão, na Itália | Reprodução: ANSA

Estudantes italianos foram às ruas pedir melhores condições de educação e uma política menos racista em relação ao acesso dos imigrantes do país ao estudo.

Inspiradas pelos protestos que acontecem na França, as manifestações têm motivos diversos. Além de reivindicar melhores condições de ensino, os estudantes participam de marchas contra a guerra, como a que acontece em Gaza, e contra a gestão da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. Os grupos também promoveram o “Dia Sem Meloni” (No Meloni Day). 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui +Partidos de oposição a Meloni declaram apoio a Lula

As manifestações têm acontecido em Turim, Milão, Roma e por diversos locais do país.

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Em alguns locais, como Turim, as manifestações terminaram em confusão, com confrontos entre estudantes e policiais. O episódio resultou na prisão de três menores de idade. A polícia informou que outros 50 manifestantes foram identificados e serão encaminhados às autoridades judiciais.

Confrontos com as forças policiais também ocorreram em outras cidades do país, como Bolonha.

A primeira-ministra Meloni disse a jornalistas em Bruxelas que fica feliz com as mobilizações, mas condena a violência contra as forças de segurança.

“Fico sempre feliz quando há mobilização. A violência é outra questão, assim como os fogos de artifício e os ataques às forças de segurança. Precisamos ser claros e estar de acordo sobre isso”, afirmou. +Parlamento italiano aprova mudança na lei eleitoral

Agricultores, caminhoneiros e ativistas climáticos também participam das manifestações.

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