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"Eduardo não será meu chanceler", diz Flávio

Presidenciável do PL afirmou que o irmão faz um “trabalho brilhante” nos EUA, elogiou sua atuação política, mas descartou Eduardo no Itamaraty

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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, em entrevista à TV Globo | Foto: Reprodução/Globoplay

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, em entrevista à TV Globo | Foto: Reprodução/Globoplay

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (15) que não pretende indicar o irmão, Eduardo Bolsonaro, para o cargo de chanceler, ministro responsável pela política externa e pelas relações do país com outras nações, em um eventual governo.

A afirmação foi feita durante sabatina com o presidenciável promovida pela TV Globo.

“Eduardo não será meu chanceler! Ele é um perseguido político que está denunciando as arbitrariedades aqui do Brasil. Eduardo faz um trabalho brilhante nos Estados Unidos, mas pra ele ser chanceler é outra história”, disse Flávio.
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O candidato afirmou que Eduardo atua nos Estados Unidos para informar, expressar opiniões e denunciar o que considera arbitrariedades no Brasil. Também disse que o irmão defende a liberdade de expressão e a democracia.

Eduardo foi condenado por coação no processo

Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de reclusão por tentar interferir no processo sobre a tentativa de golpe.

Em 8 de outubro, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início do cumprimento da pena por coação no curso do processo.

No mesmo dia, Flávio acusou Moraes de tentar “criar um factoide” e “tumultuar” o processo eleitoral.

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