Eleições

Flávio promete PEC para acabar com reeleição a presidente

Em entrevista à TV Globo, candidato à Presidência da República afirma que proposta também abrange parentes de políticos até "terceiro grau"

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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, em entrevista à TV Globo | Foto: Reprodução/Globoplay

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, em entrevista à TV Globo | Foto: Reprodução/Globoplay

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou que defende uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a reeleição para presidente. Em entrevista à TV Globo nesta sexta-feira (16), ele também se comprometeu a não buscar um segundo mandato caso seja eleito, mesmo que o Congresso não aprove a mudança.

Flávio disse que caberá ao Congresso definir a duração do mandato presidencial. Também disse que sua proposta prevê restrições à sucessão por parentes até o terceiro grau e rejeitou apoiar uma mudança que permitisse ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e aos irmãos concorrer à sua eventual sucessão.

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"Inclusive, partiu de mim apresentar uma PEC para dar o exemplo, e ela diz o seguinte: acaba a reeleição para presidente, e no processo legislativo é que vai decidir qual vai ser o tamanho do mandato etc. Eu estou aqui me comprometendo, eu só preciso de um mandato para começar a consertar o nosso país de verdade", afirmou.
"Se ficar em quatro anos também, o mandato vai ficar em quatro anos. Isso é para mostrar que eu tenho desapego ao poder. Não tem projeto de poder da minha parte", acrescentou.

Flávio também citou sua formação acadêmica e atuação como advogado e empresário para defender que está preparado para assumir a Presidência. Ao falar sobre uma eventual sucessão, afirmou que há outras lideranças na direita capazes de dar continuidade a seu "projeto de nação".

"Estou mais do que preparado para ser presidente da República, e para mim é projeto de Deus. E eu sei que vou fazer um mandato para corresponder às expectativas do povo brasileiro, e na direita não faltam novas lideranças para dar continuidade a esse projeto de nação — não é projeto de poder", disse.

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