Primeiro-ministro palestino nega relações com Hamas e reafirma genocídio
Em encontro com Lula, autoridade disse que há 28 mil mortos e 9 mil desaparecidos desde o início no confronto na Faixa de Gaza e agradeceu apoio do brasileiro
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Sérgio Utsch
Lula se reúne com primeiro-ministro da Autoridade Palestina na Etiópia. Foto: Ricardo Stuckert/Presidência
Em encontro com o primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Mohammad Shtayyeh, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, condenou as ações terroristas do Hamas que levaram à eclosão do novo conflito Israel-Palestina, em outubro do ano passado. Os dois se encontraram durante a cúpula anual da União Africana, em Adis Abeba, na Etiópia.
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No encontro, o primeiro-ministro palestino negou relações com o Hamas e afirmou que há 28 mil mortos e 9 mil desaparecidos em território palestino desde o início do confronto. "Se isso não é genocídio, não sei o que é", afirmou a Lula, segundo informações de fontes do governo brasileiro.
Nesta sexta-feira (16), a Corte Internacional de Justiça, em Haia, divulgou nota oficial enfatizando que o Estado de Israel continua obrigado a cumprir integralmente os termos da Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, garantindo a segurança e a proteção dos palestinos na Faixa de Gaza.
A decisão foi tomada após pedido da África do Sul para que fossem tomadas medidas adicionais para proteger os palestinos que vivem na Faixa de Gaza.
Shtayyeh agradeceu o apoio de Lula ao Estado palestino. Em diversas ocasiões, inclusive em discurso em Adis Abeba, neste sábado (17), o presidente brasileiro defendeu a existência dos dois estados – Israel e Palestina – e criticou a força da ofensiva israelense, com vítimas civis.
Primeiro-ministro palestino nega relações com Hamas e reafirma genocídioEm encontro com Lula, autoridade disse que há 28 mil mortos e 9 mil desaparecidos desde o início no confronto na Faixa de Gaza e agradeceu apoio do brasileiro Mundo2024-02-17T14:42:51.609ZEm encontro com o primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Mohammad Shtayyeh, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, condenou as ações terroristas do Hamas que levaram à eclosão do novo conflito Israel-Palestina, em outubro do ano passado. Os dois se encontraram durante a cúpula anual da União Africana, em Adis Abeba, na Etiópia. No encontro, o primeiro-ministro palestino negou relações com o Hamas e afirmou que há 28 mil mortos e 9 mil desaparecidos em território palestino desde o início do confronto. "Se isso não é genocídio, não sei o que é", afirmou a Lula, segundo informações de fontes do governo brasileiro. Nesta sexta-feira (16), a Corte Internacional de Justiça, em Haia, divulgou nota oficial enfatizando que o Estado de Israel continua obrigado a cumprir integralmente os termos da Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, garantindo a . A decisão foi tomada após pedido da África do Sul para que fossem tomadas medidas adicionais para proteger os palestinos que vivem na Faixa de Gaza. Shtayyeh agradeceu o apoio de Lula ao Estado palestino. Em diversas ocasiões, inclusive em discurso em Adis Abeba, neste sábado (17), o – Israel e Palestina – e criticou a força da ofensiva israelense, com vítimas civis. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/primeiro-ministro-palestino-nega-relacoes-com-hamas-e-reafirma-genocidio
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