Trump diz que EUA atingiram centenas de alvos no Irã e que comando militar "se foi"
Em novo pronunciamento, presidente diz que operação é uma das maiores já feitas, confirma 3 mortes de militares e promete “golpe mais severo” ao Irã

Vicklin Moraes
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (1º) que forças americanas atingiram centenas de alvos no Irã nas últimas 36 horas e que “todo o comando militar” iraniano “se foi”. O republicano voltou a se pronunciar em vídeo divulgado nas redes sociais.
Segundo Trump, os EUA e aliados lançaram a chamada Operação Epic Fury, que classificou como “uma das maiores, mais complexas e mais avassaladoras ofensivas militares que o mundo já viu”.
“Atingimos centenas de alvos no Irã, incluindo instalações da Guarda Revolucionária e sistemas de defesa aérea iranianos. [...] Todo o comando militar também foi eliminado”, declarou.
Ele também afirmou que nove navios e uma instalação naval foram destruídos “em questão de minutos” e disse que integrantes da cúpula militar iraniana estariam buscando rendição e imunidade.
Mortes de militares americanos

Mais cedo, o Comando Central do país informou que três militares americanos morreram em combate. Trump lamentou as mortes e afirmou que os EUA irão “vingar” os soldados.
“É provável que haja mais antes que isso termine”, disse, acrescentando que as operações continuarão “até que todos os objetivos sejam alcançados”.
Ameaça nuclear e recado à Guarda Revolucionária
No pronunciamento, Trump voltou a afirmar que um Irã armado com mísseis de longo alcance e armas nucleares representaria “uma ameaça grave” aos Estados Unidos. O presidente acusou Teerã de ser o “maior patrocinador estatal do terrorismo” e afirmou que não permitirá que o país utilize armamentos para “chantagear o mundo”.
Ele também fez um apelo direto à Guarda Revolucionária Islâmica, às Forças Armadas e à polícia iraniana para que “deponham as armas e recebam imunidade total, ou enfrentem morte certa”.
Trump ainda convocou “patriotas iranianos que anseiam por liberdade” a “retomar o país” e afirmou que os Estados Unidos estarão ao lado deles.









