Pelo menos 51 pessoas morreram em ataques israelenses a Gaza, diz imprensa local
Bombardeios aéreos atingiram vários pontos da cidade nesta quinta (26), incluindo uma escola que abrigava palestinos deslocados
S
SBT News
Palestinos em centro de ajuda humanitária | Reprodução/Abdel Kareem Hana/AP Photo
Ataques aéreos israelenses atingiram, na madrugada desta quinta-feira (26), vários pontos na Faixa de Gaza. Ao todo, hospitais da região relatam, ao jornal Al Jazeera, que 51 palestinos foram mortos desde o amanhecer. Pessoas deslocadas, que estavam abrigadas em uma escola atingida pelas bombas, revelam que acordaram com o prédio balançando.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
De acordo com a publicação, a escola atingida abrigava famílias que haviam sido forçadas a deixar suas casas por causa das trocas de ofensivas entre Israel e Hamas, que tiveram início em outubro de 2023.
Autoridades da Palestina denunciaram o alto número de palestinos mortos ao tentar obter ajuda humanitária. Segundo o Gabinete de Imprensa do Governo de Gaza, pelo menos 549 pessoas morreram nas últimas quatro semanas em meio ao que chamaram de “armadilhas mortais” — locais onde civis famintos teriam sido atraídos com promessas de ajuda e depois atacados.
“O que está acontecendo nesses chamados 'centros' constitui um crime de guerra de pleno direito, pelo qual a ocupação israelense tem responsabilidade primária e direta”, afirmou o gabinete em nota.
Essas distribuições de alimentos estariam sendo coordenadas pela Fundação Humanitária de Gaza (GHF), organização apoiada pelos Estados Unidos e Israel. Além das mortes, os ataques teriam causado 4.066 feridos e o desaparecimento de 39 pessoas.
“O que está acontecendo nesses chamados 'centros' constitui um crime de guerra de pleno direito, pelo qual a ocupação israelense tem responsabilidade primária e direta”, afirmou o gabinete em nota.
“Condenamos veementemente esse crime recorrente, no qual civis famintos são atraídos e, em seguida, sistemática e deliberadamente abatidos a tiros diariamente, de acordo com cronogramas predefinidos.”
O comunicado ainda acrescenta que “a ocupação está usando comida como arma de extermínio em massa, transformando o que alega ser 'ajuda' em uma ferramenta de extermínio e dominação”.
Pelo menos 51 pessoas morreram em ataques israelenses a Gaza, diz imprensa localBombardeios aéreos atingiram vários pontos da cidade nesta quinta (26), incluindo uma escola que abrigava palestinos deslocadosMundo2025-06-26T12:40:09.857ZAtaques aéreos israelenses atingiram, na madrugada desta quinta-feira (26), vários pontos na Faixa de Gaza. Ao todo, relatam, ao jornal Al Jazeera, que 51 palestinos foram mortos desde o amanhecer. Pessoas deslocadas, que estavam abrigadas em uma escola atingida pelas bombas, revelam que acordaram com o prédio balançando. De acordo com a publicação, a escola atingida abrigava famílias que haviam sido forçadas a deixar suas casas por causa das trocas de ofensivas entre , que tiveram. As (FDI) ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o recente ataque. Mortes durante entrega de ajuda Autoridades da Palestina denunciaram o alto número de palestinos mortos ao tentar obter . Segundo o Gabinete de Imprensa do Governo de Gaza, pelo menos 549 pessoas morreram nas últimas quatro semanas em meio ao que chamaram de “armadilhas mortais” — locais onde com promessas de ajuda e depois atacados. “O que está acontecendo nesses chamados 'centros' constitui um crime de guerra de pleno direito, pelo qual a ocupação israelense tem responsabilidade primária e direta”, afirmou o gabinete em nota. Essas distribuições de alimentos estariam sendo coordenadas pela(GHF), organização apoiada pelos Estados Unidos e Israel. Além das mortes, os ataques teriam causado 4.066 feridos e o desaparecimento de 39 pessoas. “O que está acontecendo nesses chamados 'centros' constitui um crime de guerra de pleno direito, pelo qual a ocupação israelense tem responsabilidade primária e direta”, afirmou o gabinete em nota. “Condenamos veementemente esse crime recorrente, no qual civis famintos são atraídos e, em seguida, sistemática e deliberadamente abatidos a tiros diariamente, de acordo com cronogramas predefinidos.” O comunicado ainda acrescenta que “a ocupação está em massa, transformando o que alega ser 'ajuda' em uma ferramenta de extermínio e dominação”.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/pelo-menos-51-pessoas-morreram-em-ataques-israelenses-a-gaza-diz-imprensa-local