Senador Jorge Seif propõe união entre “Nicoletes, Micheletes e Bolsonaro raiz” por Flávio
Senador discutiu com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), em grupo de WhatsApp; ele disse que está superado mas contou que os dois não voltaram a conversar
Basília Rodrigues , Eduardo Gayer
O senador Jorge Seif (PL-SC) defendeu a união dos grupos que disputam internamente no partido, como estratégia para garantir a vitória de Flávio Bolsonaro à presidência da República. Recentemente, Seif discutiu com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), em um grupo de WhatsApp, sobre pautar o veto ao PL da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados pelo 8/1.
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Em entrevista ao programa Sala de Imprensa, do SBT News, o senador propôs que alas do PL divididas entre apoiadores de Nikolas e Michele Bolsonaro, e os mais alinhados com o bolsonarismo raiz, caminhem juntos.
Jorge Seif é o entrevistado do "Sala de Imprensa" | SBT News
“Nicoletes, micheletes e Bolsonaro raiz: vamos todos para uma sala, discute, briga, xinga, dá cambalhota, mas sai dali com a mão levantada dizendo que temos um país para salvar”, destacou.
Seif disse que o embate com Nikolas está superado mas reconheceu que, desde a briga, eles não voltaram a conversar. “Todo mundo tem família e toda família tem problema. Às vezes por vaidade, às vezes por infantilidade, às vezes por disputa de poder. Isso acontece”, minimizou.
“Depois das eleições, a gente vai na churrascaria, troca farpas e acabou. Nós precisamos neste momento pensar no futuro do Brasil e no que pode ocorrer se esse atual desgoverno se reeleger”, disse.
As disputas no PL são apontadas por aliados de outros partidos como um dos motivos para adiar o anúncio concreto de aliança nestas eleições.
O senador, que também é vice-líder do PL, disse acreditar que Flávio Bolsonaro irá contar com a parceria do Progressistas, União Brasil, Republicanos e Novo. Ele declarou que esses apoios não foram anunciados ainda porque as legendas estariam negociando o espaço que terão no governo numa eventual vitória do PL.
“Acredito que esse povo todo vai se unir com a gente, com exceção do PSD que já tem um pré candidato, que é o Ronaldo Caiado, mas no segundo turno vai nos abraçar também”, avaliou.
Senador Jorge Seif durante participação no Sala de Imprensa, do SBT News | SBT News
Até o momento, Flávio não tem vice na chapa. Para o vice-líder do PL, o melhor nome é o de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais. Mas ele diz que há possibilidade do PP apresentar uma mulher do Nordeste como vice, e que o PL ainda sonha também com a ex-ministra Tereza Cristina como vice de Flávio, ainda que ela já tenha dito que prefere ser candidata novamente ao Senado.
“Essa informação é guardada a sete chaves, inclusive com reservas a nós parlamentares. Estratégia não se comunica ou então não é estratégia”, afirmou.
“O Brasil é polarizado, está polarizado e não vai despolarizar. Não existe coluna do meio, não existe terceira via. Vai ser Flávio Bolsonaro ou Luiz Inácio Lula da Silva”, concluiu.
Senador Jorge Seif propõe união entre “Nicoletes, Micheletes e Bolsonaro raiz” por FlávioSenador discutiu com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), em grupo de WhatsApp; ele disse que está superado mas contou que os dois não voltaram a conversarPolítica2026-04-19T19:55:36.512ZO senador Jorge Seif (PL-SC) defendeu a união dos grupos que disputam internamente no partido, como estratégia para garantir a vitória de Flávio Bolsonaro à presidência da República. Recentemente, Seif discutiu com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), em um grupo de WhatsApp, sobre pautar o veto ao PL da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados pelo 8/1. Em entrevista ao programa Sala de Imprensa, do SBT News, o senador propôs que alas do PL divididas entre apoiadores de Nikolas e Michele Bolsonaro, e os mais alinhados com o bolsonarismo raiz, caminhem juntos. “Nicoletes, micheletes e Bolsonaro raiz: vamos todos para uma sala, discute, briga, xinga, dá cambalhota, mas sai dali com a mão levantada dizendo que temos um país para salvar”, destacou. Seif disse que o embate com Nikolas está superado mas reconheceu que, desde a briga, eles não voltaram a conversar. “Todo mundo tem família e toda família tem problema. Às vezes por vaidade, às vezes por infantilidade, às vezes por disputa de poder. Isso acontece”, minimizou. “Depois das eleições, a gente vai na churrascaria, troca farpas e acabou. Nós precisamos neste momento pensar no futuro do Brasil e no que pode ocorrer se esse atual desgoverno se reeleger”, disse. As disputas no PL são apontadas por aliados de outros partidos como um dos motivos para adiar o anúncio concreto de aliança nestas eleições. O senador, que também é vice-líder do PL, disse acreditar que Flávio Bolsonaro irá contar com a parceria do Progressistas, União Brasil, Republicanos e Novo. Ele declarou que esses apoios não foram anunciados ainda porque as legendas estariam negociando o espaço que terão no governo numa eventual vitória do PL. “Acredito que esse povo todo vai se unir com a gente, com exceção do PSD que já tem um pré candidato, que é o Ronaldo Caiado, mas no segundo turno vai nos abraçar também”, avaliou. Até o momento, Flávio não tem vice na chapa. Para o vice-líder do PL, o melhor nome é o de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais. Mas ele diz que há possibilidade do PP apresentar uma mulher do Nordeste como vice, e que o PL ainda sonha também com a ex-ministra Tereza Cristina como vice de Flávio, ainda que ela já tenha dito que prefere ser candidata novamente ao Senado. “Essa informação é guardada a sete chaves, inclusive com reservas a nós parlamentares. Estratégia não se comunica ou então não é estratégia”, afirmou. “O Brasil é polarizado, está polarizado e não vai despolarizar. Não existe coluna do meio, não existe terceira via. Vai ser Flávio Bolsonaro ou Luiz Inácio Lula da Silva”, concluiu.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/senador-jorge-seif-uniao-nicoletes-micheletes-bolsonaro-flavio