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Yong-hyun se desculpou e assumiu as responsabilidades relacionadas à lei marcial. "Em primeiro lugar, lamento profundamente e assumo total responsabilidade pela confusão e preocupação causadas ao povo em relação à lei marcial. Apresentei minha renúncia ao presidente", anunciou, em um comunicado.
Os principais conselheiros políticos de Yoon também anunciaram que deixarão seus cargos, enquanto o país luta para entender o que parece ter sido uma manobra mal planejada do presidente conversador.
O anúncio de Yoon na noite de terça-feira (3) levou tropas fortemente armadas a cercarem o parlamento, antes que deputados escalassem muros para reentrar no prédio e votassem de forma unânime pela revogação da ordem. O chefe de Estado — cuja taxa de aprovação tem caído nos últimos meses — tem enfrentado dificuldades para avançar com sua agenda na casa controlado pela oposição.
“Não ficaremos de braços cruzados assistindo ao crime do presidente Yoon de destruir a Constituição e atropelar a democracia. O presidente Yoon deveria renunciar imediata e voluntariamente”, disse o Partido Democrata.
Para abrir o processo de impeachment contra Yoon, é necessário que mais de dois terços dos 300 membros da Assembleia Nacional votem a favor. Uma vez que a medida é aprovada, um julgamento é realizado no Tribunal Constitucional. Se seis dos nove membros da Corte sustentarem o impeachment, o presidente é destituído do cargo.
Com cartazes dizendo “restaure a democracia”, cidadãos sul-coreanos já começaram a ir às ruas para pedir a renúncia de Yoo. Legisladores e membros da oposição também se reuniram do lado de fora da Assembleia Nacional. Enquanto isso, a maior confederação sindical do país disse que ficará em greve até que o presidente renuncie.
Esta foi a primeira vez que a lei marcial foi declarada na Coreia do Sul em mais de quatro décadas, alarmando os aliados. Os Estados Unidos, por exemplo, inicialmente expressaram profunda preocupação com a declaração, e um posterior “alívio” com o fim da medida. O mesmo foi feito pelo Reino Unido, que pediu uma “solução pacífica para a situação”.
Ministro da Defesa da Coreia do Sul pede demissão após imposição de lei marcialKim Yong-hyun se desculpou pela crise política e assumiu "total responsabilidade" pela confusão que tomou conta do país na terça-feira (4)Mundo2024-12-04T14:32:38.084ZO Ministro da Defesa da Coreia do Sul, Kim Yong-hyun, ofereceu sua renúncia nesta quarta-feira (4). Ele é alvo de uma pedido de impeachment por sua participação no decreto do presidente que impôs lei marcial no país. Yong-hyun se desculpou e assumiu as responsabilidades relacionadas à lei marcial. "Em primeiro lugar, lamento profundamente e assumo total responsabilidade pela confusão e preocupação causadas ao povo em relação à lei marcial. Apresentei minha renúncia ao presidente", anunciou, em um comunicado. Os principais conselheiros políticos de Yoon também anunciaram que deixarão seus cargos, enquanto o país luta para entender o que parece ter sido uma manobra mal planejada do presidente conversador. O anúncio de Yoon na noite de terça-feira (3) levou tropas fortemente armadas a cercarem o parlamento, antes que deputados escalassem muros para reentrar no prédio e. O chefe de Estado — cuja taxa de aprovação tem caído nos últimos meses — tem enfrentado dificuldades para avançar com sua agenda na casa controlado pela oposição. O líder da oposição, Lee Jae-myung, que perdeu por pouco para Yoon na eleição presidencial de 2022, chamou o anúncio de "ilegal e inconstitucional" e . “Não ficaremos de braços cruzados assistindo ao crime do presidente Yoon de destruir a Constituição e atropelar a democracia. O presidente Yoon deveria renunciar imediata e voluntariamente”, disse o Partido Democrata. Para abrir o processo de impeachment contra Yoon, é necessário que mais de dois terços dos 300 membros da Assembleia Nacional votem a favor. Uma vez que a medida é aprovada, um julgamento é realizado no Tribunal Constitucional. Se seis dos nove membros da Corte sustentarem o impeachment, o presidente é destituído do cargo. Com cartazes dizendo “restaure a democracia”, cidadãos sul-coreanos já começaram a ir às ruas para pedir a renúncia de Yoo. Legisladores e membros da oposição também se reuniram do lado de fora da Assembleia Nacional. Enquanto isso, a maior confederação sindical do país disse que ficará em greve até que o presidente renuncie. Esta foi a primeira vez que a lei marcial foi declarada na Coreia do Sul em mais de quatro décadas, alarmando os aliados. Os Estados Unidos, por exemplo, inicialmente expressaram profunda preocupação com a declaração, e um posterior “alívio” com o fim da medida. O mesmo foi feito pelo Reino Unido, que pediu uma “solução pacífica para a situação”.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/ministro-da-defesa-da-coreia-do-sul-pede-demissao-apos-imposicao-de-lei-marcial
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