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Polícia prende " Confeiteiro Maluco" e outros dois suspeitos de tráfico na Grande São Paulo

Operação cumpriu mandados em Itaquaquecetuba e na Zona Leste e apreendeu drogas, dinheiro e equipamentos usados no esquema de delivery de drogas

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| Foto: Divulgação

Logo nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (11), agentes da Polícia Civil iniciaram uma operação em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. O objetivo era cumprir cinco mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária contra traficantes.

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Fortemente armados, os policiais entraram no condomínio e seguiram em direção ao apartamento do suspeito, localizado nos últimos blocos. Uma câmera de segurança estava posicionada acima da porta do imóvel.

O policial arrombou a porta e os agentes entraram no apartamento para procurar o suspeito. Ele foi encontrado em um dos quartos.

Sem ter como escapar, Vinicius foi preso. Ele é conhecido como “Confeiteiro Maluco” e é considerado o líder da organização criminosa.

Segundo o delegado Luiz Romani, da Delegacia Central de Itaquaquecetuba, as investigações apontaram que o grupo atuava de forma estruturada e utilizava diferentes endereços para manter o esquema.

Na sala do suspeito, entorpecentes foram localizados. No mesmo local, os agentes também apreenderam 17 mil reais em espécie. Vinicius foi preso e encaminhado à delegacia.

Os investigadores também estiveram em outro endereço, na Zona Leste de São Paulo, onde funcionava uma loja de conserto de celulares. De acordo com a polícia, o estabelecimento era utilizado para lavar o dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Todos os aparelhos encontrados no local foram apreendidos, já que estavam sem nota fiscal.

Em outra residência, um dos criminosos foi preso. Ele era o responsável pelo imóvel e também atuava como entregador. As motos que estavam no local foram apreendidas, além de celulares e maquininhas de cartões de crédito.

Segundo a polícia, os entorpecentes não eram comercializados de maneira convencional, mas por meio de um aplicativo de mensagens. A droga era repassada por delivery. Motoqueiros disfarçados de entregadores faziam as entregas.

O esquema tinha regras claras: apenas pessoas indicadas podiam fazer pedidos. Os traficantes também exigiam que as mensagens fossem apagadas após o recebimento das drogas.

Ao todo, três criminosos foram presos. As investigações continuam.

“O crime se reinventa, mas a gente consegue pegar. Não tem pinote”, afirmou o delegado.

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