Milei propõe reforma eleitoral para acabar com primárias obrigatórias
Presidente da Argentina envia projeto ao Congresso; texto prevê menos recursos públicos e novas regras de transparência nas campanhas eleitorais
SBT News
O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou que enviará ao Congresso nesta quarta-feira (22) um projeto de reforma eleitoral. Entre os principais pontos está o fim das eleições primárias obrigatórias no país. Até o momento, o governo argentino não confirmou oficialmente o envio do texto. A proposta, no entanto, já circula em versões preliminares.
As chamadas primárias abertas funcionam como uma pré-eleição, em que os eleitores escolhem os candidatos que disputarão o pleito principal. Além de definir nomes, o mecanismo também serve como termômetro da força política dos partidos. Milei, porém, considera o modelo um gasto desnecessário de recursos públicos.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
A reforma também prevê mudanças no financiamento de campanhas. De acordo com um rascunho obtido pela agência Reuters, o governo pretende reduzir o uso de recursos públicos e ampliar a participação de financiamento privado.
Apesar disso, o projeto estabelece regras mais rígidas de transparência. Doações anônimas seriam proibidas, assim como contribuições de entidades ligadas a jogos ou de origem estrangeira.
Outro ponto em discussão é a criação de critérios semelhantes à Lei da Ficha Limpa brasileira, impedindo a candidatura de políticos condenados em segunda instância.
A proposta ainda precisa ser analisada pelo Congresso argentino para entrar em vigor.
Milei propõe reforma eleitoral para acabar com primárias obrigatóriasPresidente da Argentina envia projeto ao Congresso; texto prevê menos recursos públicos e novas regras de transparência nas campanhas eleitorais
Mundo2026-04-23T01:28:10.541ZO presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou que enviará ao Congresso nesta quarta-feira (22) um projeto de reforma eleitoral. Entre os principais pontos está o fim das eleições primárias obrigatórias no país. Até o momento, o governo argentino não confirmou oficialmente o envio do texto. A proposta, no entanto, já circula em versões preliminares. As chamadas primárias abertas funcionam como uma pré-eleição, em que os eleitores escolhem os candidatos que disputarão o pleito principal. Além de definir nomes, o mecanismo também serve como termômetro da força política dos partidos. Milei, porém, considera o modelo um gasto desnecessário de recursos públicos. A reforma também prevê mudanças no financiamento de campanhas. De acordo com um rascunho obtido pela agência Reuters, o governo pretende reduzir o uso de recursos públicos e ampliar a participação de financiamento privado. Apesar disso, o projeto estabelece regras mais rígidas de transparência. Doações anônimas seriam proibidas, assim como contribuições de entidades ligadas a jogos ou de origem estrangeira. Outro ponto em discussão é a criação de critérios semelhantes à Lei da Ficha Limpa brasileira, impedindo a candidatura de políticos condenados em segunda instância. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Congresso argentino para entrar em vigor.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/milei-propoe-reforma-eleitoral-para-acabar-com-primarias-obrigatorias
Sérgio Ferreira de Jesus planejou rota do ataque e ficou com celular da vítima; líder quilombola foi morta a tiros em 2023 dentro de casa em Simões Filho
Ivo Kos respondia por lesão corporal e ameaça após agressão em Pinheiros; TJSP informou que processo contra cofundador da Virgo corre em segredo de justiça
Conflitos nas redes provocam cansaço mental e ansiedade a três dias da votação; especialista explica que reação reflete divisão e descolamento da realidade