Maduro diz que 1.200 manifestantes foram presos em protestos na Venezuela
Segundo o presidente venezuelano, os detidos serão enviados para a prisão de segurança máxima Tocorón
S
SBT News
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela | Reprodução
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que 1.200 pessoas foram detidas nas manifestações contra o resultado das eleições do último domingo (28). Em discurso para apoiadores, ele prometeu enviá-las para prisões de segurança máxima.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
"Vou colocar todos em Tocorón, em prisões de segurança máxima, para que paguem seus crimes perante o povo", afirmou.
"Porque os criminosos que ameaçaram o povo, os criminosos que atacaram hospitais, estações de metrô, postos policiais, que atacaram casas, que atacaram os armazéns dos CLAP (Comitês Locais de Abastecimento e Produção), todos, nós estamos capturando", completou.
As declarações foram descartadas pelo procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab. Saab chamou Almagro de fantoche da CIA e dos Estados Unidos.
Já nesta sexta (2), o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela convocou os candidatos presidenciais para participarem de uma auditoria das eleições. Ao todo, 10 políticos estarão presentes no encontro, incluindo Maduro e González. A verificação do resultado do pleito foi solicitada pelo presidente.
Maduro diz que 1.200 manifestantes foram presos em protestos na VenezuelaSegundo o presidente venezuelano, os detidos serão enviados para a prisão de segurança máxima TocorónMundo2024-08-02T14:10:35.925ZO presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que 1.200 pessoas foram detidas nas manifestações contra o resultado das eleições do último domingo (28). Em discurso para apoiadores, ele prometeu enviá-las para prisões de segurança máxima. "Vou colocar todos em Tocorón, em prisões de segurança máxima, para que paguem seus crimes perante o povo", afirmou. "Porque os criminosos que ameaçaram o povo, os criminosos que atacaram hospitais, estações de metrô, postos policiais, que atacaram casas, que atacaram os armazéns dos CLAP (Comitês Locais de Abastecimento e Produção), todos, nós estamos capturando", completou. Eleição sob questionamento A suspeita de irregularidades nas eleições e a que confirmariam a reeleição de Maduro com 52,21% dos votos, ante 44,2% de Edmundo González Urrutia, provocou uma onda de violência no país e o questionamento da comunidade internacional. Nessa quinta-feira (1º), os Estados Unidos subiram o tom e, após afirmarem que a "", declararam González . O secretário-geral da, Luis Almagro, chegou a afirmar que pediria ao Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede em Haia, a prisão de Maduro. + As declarações foram descartadas pelo procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab. Saab chamou Almagro de fantoche da CIA e dos Estados Unidos. Já nesta sexta (2), o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela convocou os candidatos presidenciais para participarem de uma auditoria das eleições. Ao todo, 10 políticos estarão presentes no encontro, incluindo Maduro e González. A verificação do resultado do pleito foi solicitada pelo presidente.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/maduro-diz-que-1-200-manifestantes-foram-presos-em-protestos-na-venezuela
Flávio cita 1.800 ameaças de morte após fala contra PCC e CV
Candidato à Presidência afirmou que a retaliação se deve a sua intenção de classificar as facções como terroristas e disse que reforçou a proteção policial