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Influenciadora brasileira processa MrBeast por assédio sexual e discriminação de gênero nos EUA

Brasileira diz que foi chamada de burra na frente da equipe de trabalho e que CEO de empresa a obrigava a encontrar o youtuber sozinha

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Uma influenciadora brasileira abriu uma ação judicial contra o produtor de conteúdo MrBeast, considerado o maior youtuber do mundo, nos Estados Unidos. Ela faz acusações de assédio sexual e discriminação de gênero.

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MrBeast, de 27 anos, construiu um império digital com vídeos de desafios milionários e ações filantrópicas, que somam bilhões de visualizações na internet.

O youtuber movimenta negócios avaliados em bilhões de dólares e tem uma empresa com 500 funcionários. Lorrayne Mavromatis afirma que trabalhou na “MrBeast Industries” por três anos.

Em um relato publicado numa rede social, a brasileira afirma ter sofrido assédio sexual e moral. Ela diz que foi chamada de burra, aos gritos, na frente da equipe de trabalho, e que mudou a maneira de se vestir para não ser notada.

“Eu basicamente tentei fazer de tudo para desaparecer.”

A brasileira também afirma ter sofrido assédio sexual do próprio MrBeast. Segundo Lorrayne, o CEO da empresa a obrigava a encontrar o youtuber sozinha, para reuniões individuais.

A ação foi protocolada em um tribunal federal da Carolina do Norte e inclui acusações de assédio sexual, discriminação de gênero e retaliação dentro da empresa.

A empresa de Mr. Beast nega as alegações da brasileira.

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