Hamas reitera compromisso com cessar-fogo em Gaza após ameaça de Israel
Grupo disse, no entanto, que acordo deve ser respeitado por ambas as partes e que "ameaças só complicam as coisas"
C
Camila Stucaluc
Guerra em Gaza começou em outubro de 2023 | Reprodução/Twitter
O Hamas reiterou, em comunicado divulgado na terça-feira (11), o compromisso com o cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza. A declaração veio após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaçar retomar a ofensiva caso o grupo não cumpra as diretrizes do acordo, que incluem prazos para a libertação dos reféns.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
O ultimato de Netanyahu foi dado durante discurso publicado nas redes sociais. Ele rejeitou a acusação do Hamas de que Israel estaria violando o cessar-fogo e criticou o grupo por propor adiar a libertação de mais reféns, planejada para sábado (15). "Se o Hamas não devolver nossos reféns até 12h de sábado, o cessar-fogo terminará”, disse.
A ameaça do premiê israelense foi enaltecida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já havia sugerido a suspensão do acordo se o Hamas não cumprisse o acordo. "Pessoalmente, não acho que eles vão cumprir o prazo", disse Trump sobre o grupo. "Eles querem bancar os durões. Vamos ver o quão durões eles são”, acrescentou.
Sami Abu Zuhri, um alto funcionário do Hamas, criticou a declaração. "Trump deve lembrar que há um acordo que deve ser respeitado por ambas as partes, e esta é a única maneira de trazer de volta os reféns. Ameaças não têm valor e só complicam as coisas."
O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas, em guerra na Faixa de Gaza desde outubro de 2023, entrou em vigor no dia 19 de janeiro. Até o momento, 16 reféns israelenses foram libertados, em troca de centenas de prisioneiros palestinos. A última troca ocorreu no sábado (8), resultando na libertação de três reféns e de 183 prisioneiros.
Hamas reitera compromisso com cessar-fogo em Gaza após ameaça de IsraelGrupo disse, no entanto, que acordo deve ser respeitado por ambas as partes e que "ameaças só complicam as coisas"Mundo2025-02-12T05:46:00.000ZO Hamas reiterou, em comunicado divulgado na terça-feira (11), o compromisso com o cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza. A declaração veio após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, caso o grupo não cumpra as diretrizes do acordo, que incluem prazos para a libertação dos reféns. O ultimato de Netanyahu foi dado durante discurso publicado nas redes sociais. Ele rejeitou a acusação do Hamas de que Israel estaria violando o cessar-fogo e criticou o grupo por propor, planejada para sábado (15). "Se o Hamas não devolver nossos reféns até 12h de sábado, o cessar-fogo terminará”, disse. A ameaça do premiê israelense foi enaltecida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que já havia sugerido a suspensão do acordo se o Hamas não cumprisse o acordo. "Pessoalmente, não acho que eles vão cumprir o prazo", disse Trump sobre o grupo. "Eles querem bancar os durões. Vamos ver o quão durões eles são”, acrescentou. Sami Abu Zuhri, um alto funcionário do Hamas, criticou a declaração. "Trump deve lembrar que há um acordo que deve ser respeitado por ambas as partes, e esta é a única maneira de trazer de volta os reféns. Ameaças não têm valor e só complicam as coisas." O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas, em guerra na Faixa de Gaza desde outubro de 2023, entrou em vigor no dia 19 de janeiro. Até o momento, 16 reféns israelenses foram libertados, em troca de centenas de prisioneiros palestinos. A última troca ocorreu no sábado (8), resultando na libertação de três reféns e de 183 prisioneiros.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/hamas-reitera-compromisso-com-cessar-fogo-em-gaza-apos-ameaca-de-israel
Caso Lulinha: “fazer justiça, doa quem doer”, diz Haddad
Candidato do PT ao governo de São Paulo aprova investigação relacionada ao suposto vazamento de informações sigilosas sobre processo que apura fraudes no INSS
Ações da Oncoclínicas disparam antes de julgamento da CVM
Papeis da empresa, que está em recuperação judicial, subiram 34% na véspera da decisão sobre Oferta Pública de Ações (OPA), que deve movimentar R$ 6 bilhoes
Plutão passou de planeta a planeta anão há 20 anos
Astro foi reclassificado em 24 de agosto de 2006, porque não é "a força gravitacional dominante da sua região", um dos critérios para ser considerado planeta