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Conflito deixa 7 soldados israelenses mortos no Líbano; mais de mil morreram no país

Hezbollah confirma que houve confronto com as tropas terrestres do país vizinho nesta quarta-feira (02)

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Homem vê casa destruída em Beirute, no Líbano | Unicef
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De acordo com o exército de Israel, sete soldados morreram em combates no sul do Líbano, em comunicado divulgado nesta quarta-feira (02). O número de perdas foi revelado um dia após o anúncio da incursão terrestre contra o Hezbollah. Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, nas últimas semanas, mais de mil pessoas perderam a vida no país, quase um quarto delas, mulheres e crianças.

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Os combates entre tropas israelenses e militantes do Hezbollah seguem nesta quarta-feira, com Israel enviando mais tropas e artilharia para a área da fronteira.

O Hezbollah confirmou embates com as tropas israelenses perto da fronteira entre os dois países. O exército israelense disse que forças terrestres apoiadas por ataques aéreos mataram militantes em "combates de curta distância", sem dizer onde.

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Irã

Na terça-feira (1°), Teerã lançou cerca de 180 mísseis balísticos em direção a Tel Aviv e Jerusalém Ocidental em resposta às mortes de líderes do Hamas e Hezbollah nas últimas semanas. Também ontem, Israel iniciou a invasão terrestre no Líbano, após realizar diversos bombardeios que deixaram mais de mil mortos e deslocaram 1 milhão de libaneses. A escalada nos ataques, fez com que a França convocasse uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Antonio Guterres

Enquanto isso, Israel atacou as Nações Unidas na quarta-feira, declarando o Secretário-Geral António Guterres persona non grata, ou seja, proibido de entrar no país. O Ministro das Relações Exteriores Israel Katz o acusou de não condenar inequivocamente o ataque iraniano.

Faixa de Gaza

Em paralelo aos avanços no Líbano, Israel segue a ofensiva na Faixa de Gaza. Pelo menos 51 pessoas foram mortas e 82 ficaram feridas em ataques terrestres e aéreos de Israel em Khan Younis. Entre as vítimas estão pelo menos sete mulheres e 12 crianças, uma delas com menos de dois anos.

*Com informações da Associated Press

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