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China afirma que vai devolver taxação anunciada pelos Estados Unidos

Anúncio de Donald Trump gerou repercussões em todo o mundo

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Primeiro país anunciado no "tarifaço" de Donald Trump, a China afirmou que vai devolver a taxação americana anunciada nesta quarta-feira (2).

Na Austrália, o primeiro-ministro Anthony Albanese afirmou que as tarifas americanas eram esperadas, mas são injustificadas.

Horas antes do anúncio de Donald Trump, o clima no mercado financeiro europeu era de cautela. Os principais índices fecharam a quarta-feira em baixa.

Os líderes da União Europeia dizem que vão dar uma resposta às tarifas americanas e já se preparam para os prejuízos vindos de uma guerra comercial com a maior economia do mundo.

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Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirma que a União Europeia tem um "plano forte" para retaliar as tarifas americanas.

Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália, que é a terceira maior economia do bloco europeu, quer tentar um acordo com os Estados Unidos, dizendo que a guerra comercial só serve para enfraquecer o ocidente e as potências globais.

Outro alvo do presidente americano, o secretário de Comércio do Reino Unido, Jonathan Reynolds, destacou que o governo tem ferramentas à disposição e não vai hesitar em agir.

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