Justiça

Suspeita de gravação de reunião que retirou Toffoli do Master amplia crise no STF

Versão reproduz falas mais favoráveis da reunião para Toffoli; ministro nega que tenha gravado e vazado informações

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Plenário do Supremo | Divulgação/STF
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A suspeita de que ministros do Supremo Tribunal Federal foram gravados durante reunião desta quinta-feira (12), que selou a retirada de Dias Toffoli do caso Master, ampliou a crise no tribunal.

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Reportagem do site Poder 360, publicada na tarde desta sexta (13), traz transcrições literais de declarações que teriam sido ditas por ministros como Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia durante a reunião.

Ao jornal Folha de São Paulo, o ministro Dias Toffoli negou que ele tenha sido autor de gravação, e aventou hipótese de que algum funcionário do setor de tecnologia do STF tenha feito o registro. A declaração gerou outro desconforto no tribunal em que servidores e funcionários criticaram o tom de desconfiança adotado pelo ministro, agora ex-relator do Master.

Ao SBT News, auxiliares de Toffoli confirmaram que o ministro nega ter realizado gravação diretamente.

A sessão foi fechada e sem gravações oficiais. Mas o detalhamento de frases atribuídas aos ministros levantou ilações. Somente os 10 magistrados teriam participado do encontro.

A partir desses relatos, veio à tona a informação de que 8 dos 10 ministros teriam concordado que Toffoli não deveria sair da relatoria do Master. A versão descrita reproduz uma visão mais favorável da reunião para Toffoli.

O STF não se manifestou sobre a divulgação de informações da conversa entre os ministros.

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