Moraes diz que pedido ao Tribunal Superior Eleitoral era "caminho mais eficiente" para investigações
De acordo com o ministro, como presidente do TSE, ele tinha o poder de determinar que relatórios fossem feitos
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Guilherme Resck
Moraes se manifestou no inicio da sessão do STF nesta quarta-feira (14) | Rosinei Coiutinho/SCO/STF
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Moraes se manifestou no inicio da sessão do STF. De acordo com o o ministro, como presidente do TSE, ele tinha o poder de determinar que os relatórios fossem feitos.
"Esse meio investigativo continua possível. Esse compartilhamento de provas, que é um meio admitido pelo STF. Eu oficializei a ministra Cármen Lúcia. Porque agora a presidência do Tribunal Superior Eleitoral é da ministra Cármen. Então eu, como presidente do TSE, determinava à assessoria que realizasse o relatório", pontuou.
Ainda de acordo com ele, "o relatório realizado oficialmente ficava nos arquivos o TSE e era enviado oficialmente ao STF, e enviado e protocolado no inquérito e na investigação específica, dado imediatamente ciência à Procuradoria Geral da República e remetido à PF para a continuidade das investigações".
Moraes disse que nenhuma das matérias da imprensa sobre o tema lhe preocupa. "Todos os procedimentos foram realizados no âmbito de investigações já existentes".
Segundo o ministro, "todas as defesas tiveram acessos aos relatórios juntados nos autos e puderam impugná-los. Vários impugnaram".
Moraes afirmou que "não há nada a esconder" e lamentou que "interpretações falsas, interpretações errôneas, de boa ou má-fé acabem produzindo o que nós precisamos combater nesse país, que são notícias fraudulentas".
Moraes diz que pedido ao Tribunal Superior Eleitoral era "caminho mais eficiente" para investigaçõesDe acordo com o ministro, como presidente do TSE, ele tinha o poder de determinar que relatórios fossem feitosJustiça2024-08-14T20:45:07.973Z O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (TSE), se manifestou, nesta quarta-feira (14), sobre . O magistrado disse que "o caminho mais eficiente" para a investigação naquele momento era a solicitação de relatórios ao Tribunal Superior Eleitoral, porque "lamentavelmente, num determinado momento, a Polícia Federal pouco colaborava com as investigações". Moraes se manifestou no inicio da sessão do STF. De acordo com o o ministro, como presidente do TSE, ele tinha o poder de determinar que os relatórios fossem feitos. "Esse meio investigativo continua possível. Esse compartilhamento de provas, que é um meio admitido pelo STF. Eu oficializei a ministra Cármen Lúcia. Porque agora a presidência do Tribunal Superior Eleitoral é da ministra Cármen. Então eu, como presidente do TSE, determinava à assessoria que realizasse o relatório", pontuou. Ainda de acordo com ele, "o relatório realizado oficialmente ficava nos arquivos o TSE e era enviado oficialmente ao STF, e enviado e protocolado no inquérito e na investigação específica, dado imediatamente ciência à Procuradoria Geral da República e remetido à PF para a continuidade das investigações". Moraes disse que nenhuma das matérias da imprensa sobre o tema lhe preocupa. "Todos os procedimentos foram realizados no âmbito de investigações já existentes". Segundo o ministro, "todas as defesas tiveram acessos aos relatórios juntados nos autos e puderam impugná-los. Vários impugnaram". Moraes afirmou que "não há nada a esconder" e lamentou que "interpretações falsas, interpretações errôneas, de boa ou má-fé acabem produzindo o que nós precisamos combater nesse país, que são notícias fraudulentas". A Ordem dos Advogados do Brasil afirmou que, em razão das matérias de que o ministro ordenou de forma não oficial a produção de relatórios pela Justiça Eleitoral contra bolsonaristas, . No Congresso Nacional, o caso fez ganhar força movimento de senadores da oposição pelo impeachment do magistrado. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/moraes-diz-que-pedido-ao-tribunal-superior-eleitoral-era-caminho-mais-eficiente-para-investigacoes
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