Ministro da Defesa pede ao STF para não depor como testemunha em ação sobre trama golpista
José Múcio foi indicado como testemunha por Rafael Martins de Oliveira, um dos réus do núcleo 3, mas alega desconhecer os fatos
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Jessica Cardoso, Paola Cuenca
O ministro da Defesa, José Múcio | Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Defesa, José Múcio, pediu nesta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para não depor como testemunha de defesa em uma das ações penais que investigam a trama golpista.
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Múcio foi indicado como testemunha pelo tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, um dos réus do chamado núcleo 3 da suposta organização criminosa que teria planejado um golpe de Estado. O grupo reúne 12 réus (11 militares e um policial federal) acusados de planejar sequestros e assassinatos de autoridades. Entre eles está Oliveira, apontado como participante do plano “Copa 2022”, que previa matar o presidente Lula (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes.
Com o pedido, Moraes deve determinar que a defesa do réu se manifeste, justificando por que seria relevante ouvir Múcio. Em outros casos, o relator já adotou essa prática antes de decidir sobre dispensas de testemunhas.
No núcleo 1, por exemplo, o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, foi indicado como testemunha de defesa do ex-comandante da Força, almirante Almir Garnier, mas solicitou a dispensa do depoimento.
Em 21 de maio, a AGU protocolou o pedido ao STF alegando que Olsen desconhecia os fatos investigados. Moraes, no entanto, ordenou que os advogados do almirante Almir Garnier se manifestassem sobre a importância do depoimento. A defesa afirmou que o depoimento de Olsen era relevante.
Ministro da Defesa pede ao STF para não depor como testemunha em ação sobre trama golpistaJosé Múcio foi indicado como testemunha por Rafael Martins de Oliveira, um dos réus do núcleo 3, mas alega desconhecer os fatosPolítica2025-07-14T19:34:23.406ZO ministro da Defesa, José Múcio, pediu nesta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para não depor como testemunha de defesa em uma das ações penais que investigam a trama golpista. O pedido foi encaminhado pela Advocacia-Geral da União (AGU), que afirmou que Múcio “desconhece os fatos objeto de apreciação na presente ação penal”. Múcio foi indicado como testemunha pelo tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, um dos réus do chamado núcleo 3 da suposta organização criminosa que teria planejado um golpe de Estado. O grupo reúne 12 réus (11 militares e um policial federal) acusados de planejar sequestros e assassinatos de autoridades. Entre eles está Oliveira, apontado como participante do plano “Copa 2022”, que previa matar o presidente Lula (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes. Com o pedido, Moraes deve determinar que a defesa do réu se manifeste, justificando por que seria relevante ouvir Múcio. Em outros casos, o relator já adotou essa prática antes de decidir sobre dispensas de testemunhas. No núcleo 1, por exemplo, o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, foi indicado como testemunha de defesa do ex-comandante da Força, almirante Almir Garnier, mas solicitou a dispensa do depoimento. Em 21 de maio, a AGU protocolou o pedido ao STF alegando que Olsen desconhecia os fatos investigados. Moraes, no entanto, ordenou que os advogados do almirante Almir Garnier se manifestassem sobre a importância do depoimento. A defesa afirmou que o depoimento de Olsen era relevante. Em 22 de maio, como testemunha de defesa. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/ministro-da-defesa-pede-ao-stf-para-nao-depor-como-testemunha-em-acao-sobre-trama-golpista
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