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Somente na tarde desta segunda (26), Trump comentou a eleição brasileira e declarou:
“Eu não governo o Brasil, eu governo os Estados Unidos. Eu só achei que as eleições... Eu gosto do Lula, me dou bem com ele. Só acho que ele teve azar com a eleição, o jeito de que foi manipulada".
O governo brasileiro não pretende se manifestar publicamente sobre o episódio, a menos que haja uma nova investida de Trump. A avaliação é de que a declaração pode ser resultado de uma pressão do Departamento de Estado norte-americano, como ocorreu em outras ocasiões, mas não deve produzir efeitos concretos.
Também na avaliação do governo, Trump costuma questionar a legitimidade de resultados eleitorais com os quais não concorda, classificando-os como fraudados. Por isso, o Planalto pretende ignorar a declaração e não dar ao presidente norte-americano a atenção que ele busca.
O governo destaca ainda que o resultado das eleições já foi reconhecido por manifestações de diversos líderes internacionais. Nesta segunda-feira (26), Lula conversou por telefone com a presidente do México.
Mais cedo, o vice-presidente Geraldo Alckmin comentou a fala de Trump em uma entrevista à Rede Vanguarda, classificando-a como equivocada.
“Olha, totalmente equivocada, né? Primeiro não se interfere na política de outro país. Essa é uma regra basilar. Segundo não tem nenhum referencial pra dizer isso. Aliás, o Brasil é um exemplo pro mundo. De urna eletrônica, de segurança jurídica. Democracia é assim. Você ganha eleição, você perde a eleição, é o povo que decide", disse Alckmin.
Apoio de chefes de Estado
No domingo (25), o presidente brasileiro recebeu cumprimentos de chefes de Estado e de governo de países como Uruguai, Paraguai, Chile, Equador, Guiana, Peru, Guatemala, República Dominicana e Bolívia.
Lula também foi parabenizado pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, pela primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também está entre as lideranças internacionais que cumprimentaram Lula.
Há pelo menos 10 outros líderes internacionais interessados em conversar por telefone com o presidente brasileiro.
Planalto não vai reagir à fala de Trump Governo Lula avalia que declaração sobre suposta fraude veio de pressão do Departamento de Estado e não se preocupa Eleições2026-10-27T00:27:41.357ZO governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou não estar preocupado com a , de que o resultado das eleições brasileiras pareceu “fraudado”. Fontes no Planalto e Itamaraty avaliam que a fala não terá consequências e não exige uma reação neste momento, conforme apurou o SBT News. , com de votos sobre Flávio Bolsonaro (PL), candidato apoiado pelo presidente norte-americano e pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Somente na tarde desta segunda (26), Trump comentou a eleição brasileira e declarou: “Eu não governo o Brasil, eu governo os Estados Unidos. Eu só achei que as eleições... Eu gosto do Lula, me dou bem com ele. Só acho que ele teve azar com a eleição, o jeito de que foi manipulada". O governo brasileiro não pretende se manifestar publicamente sobre o episódio, a menos que haja uma nova investida de Trump. A avaliação é de que a declaração pode ser resultado de uma pressão do Departamento de Estado norte-americano, como ocorreu em outras ocasiões, mas não deve produzir efeitos concretos. Também na avaliação do governo, Trump costuma questionar a legitimidade de resultados eleitorais com os quais não concorda, classificando-os como fraudados. Por isso, o Planalto pretende ignorar a declaração e não dar ao presidente norte-americano a atenção que ele busca. O governo destaca ainda que o resultado das eleições já foi reconhecido por manifestações de diversos líderes internacionais. Nesta segunda-feira (26), Lula conversou por telefone com a presidente do México. Mais cedo, o vice-presidente Geraldo Alckmin comentou a fala de Trump em uma entrevista à Rede Vanguarda, classificando-a como equivocada. “Olha, totalmente equivocada, né? Primeiro não se interfere na política de outro país. Essa é uma regra basilar. Segundo não tem nenhum referencial pra dizer isso. Aliás, o Brasil é um exemplo pro mundo. De urna eletrônica, de segurança jurídica. Democracia é assim. Você ganha eleição, você perde a eleição, é o povo que decide", disse Alckmin. Apoio de chefes de Estado No domingo (25), o presidente brasileiro recebeu cumprimentos de chefes de Estado e de governo de países como Uruguai, Paraguai, Chile, Equador, Guiana, Peru, Guatemala, República Dominicana e Bolívia. Lula também foi parabenizado pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, pela primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também está entre as lideranças internacionais que cumprimentaram Lula. Há pelo menos 10 outros líderes internacionais interessados em conversar por telefone com o presidente brasileiro. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/planalto-nao-vai-reagir-a-fala-de-trump-2
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