Desemprego mantém estabilidade e marca 5,6% em maio
Resultado foi o menor para o período na série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e ficou estável em relação ao tri de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026
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Felipe Moraes
26/06/2026, 12:21 • Atualizado em 26/06/2026, 13:16
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Carteira de Trabalho | Divulgação/Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, mostram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (26). Trata-se do menor resultado para o período na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), iniciada em 2012. O índice apresentou estabilidade em relação ao período de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, quando marcou 5,8%.
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Na comparação com o trimestre de março a maio do ano passado (6,2%), a queda atingiu 0,6 ponto percentual. A população desocupada somou 6,1 milhões, também estável ante o tri encerrado em fevereiro (6,2 milhões). Em relação ao tri de março a maio de 2025 (6,7 milhões), o contingente caiu 9,3% (menos 624 mil pessoas).
Na população ocupada (102,7 milhões), houve alta de 0,5% no trimestre (mais 558 mil pessoas) e aumento de 0,8% em 2026 (mais 840 mil). O nível de ocupação, que mede percentual de pessoas ocupadas na idade de trabalhar, chegou a 58,6%, subindo 0,2 no trimestre (58,4%) e ficando estável no ano (58,6%).
A taxa composta de subutilização (13,3%) baixou 0,8 ponto frente ao tri anterior (14,1%) e 1,6% no ano. A população subutilizada, atualmente em 15,1 milhões, caiu 5,7% no tri (menos 920 mil) e recuou 11,3% em 2026 (menos 1,9 milhão). Esse índice considera desempregados, quem trabalha menos do que poderia e pessoas que não procuram emprego mesmo estando disponíveis ou que procuram emprego, mas não tinham disponibilidade para uma vaga.
O contingente subocupado por insuficiência de horas (4,1 milhões) desceu 5,7% no tri (menos 251 mil pessoas) e teve queda de 10,6% no ano (4,6 milhões). Já a população fora da força de trabalho, que não está nem trabalhando nem procurando emprego, ficou estável no trimestre (66,5 milhões) e subiu 1,7% ante o mesmo tri de 2025 (mais 1,1 milhão de pessoas).
No índice da população desalentada (2,4 milhões), que reúne pessoas que desistiram de procurar emprego, houve redução de 10,2% no trimestre (menos 277 mil pessoas) e de 14,6% no ano (2,9 milhões). O percentual (2,2%) variou -0,3 ponto no tri e -0,4 em 2026.
O número de empregados no setor privado com carteira assinada, sem considerar trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões, com estabilidade no trimestre e no ano. O número sem carteira (13,4 milhões) também ficou estável nos dois períodos analisados pelo IBGE.
O contingente de trabalhadores por conta própria (26 milhões) não teve variação significativa no tri e em 2026. Já o número de trabalhadores domésticos (5,4 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e teve redução de 328 mil pessoas no ano.
A informalidade marcou 37,3% da população ocupada, chegando a 38,3 milhões de trabalhadores informais, ante 37,5% (ou 38,3 milhões) no tri terminado em fevereiro e 37,8% (38,5 milhões) no período de março a maio de 2025.
Já o rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.726) ficou estável no trimestre e subiu 4% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 377,7 bilhões) não variou significativamente no tri e avançou 4,8% (mais R$ 17,3 bilhões) em 2026.
A força de trabalho, índice que soma pessoas ocupadas e desocupadas, bateu 108,8 milhões no tri de março a maio, crescendo 381 mil (0,4%) ante o tri de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026. Houve estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Desemprego mantém estabilidade e marca 5,6% em maioResultado foi o menor para o período na série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e ficou estável em relação ao tri de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026Economia2026-06-26T12:21:45.951ZA taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, mostram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (26). Trata-se do menor resultado para o período na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), iniciada em 2012. O índice apresentou estabilidade em relação ao período de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, quando marcou 5,8%. Na comparação com o trimestre de março a maio do ano passado (6,2%), a queda atingiu 0,6 ponto percentual. A população desocupada somou 6,1 milhões, também estável ante o tri encerrado em fevereiro (6,2 milhões). Em relação ao tri de março a maio de 2025 (6,7 milhões), o contingente caiu 9,3% (menos 624 mil pessoas). Na população ocupada (102,7 milhões), houve alta de 0,5% no trimestre (mais 558 mil pessoas) e aumento de 0,8% em 2026 (mais 840 mil). O nível de ocupação, que mede percentual de pessoas ocupadas na idade de trabalhar, chegou a 58,6%, subindo 0,2 no trimestre (58,4%) e ficando estável no ano (58,6%). A taxa composta de subutilização (13,3%) baixou 0,8 ponto frente ao tri anterior (14,1%) e 1,6% no ano. A população subutilizada, atualmente em 15,1 milhões, caiu 5,7% no tri (menos 920 mil) e recuou 11,3% em 2026 (menos 1,9 milhão). Esse índice considera desempregados, quem trabalha menos do que poderia e pessoas que não procuram emprego mesmo estando disponíveis ou que procuram emprego, mas não tinham disponibilidade para uma vaga. O contingente subocupado por insuficiência de horas (4,1 milhões) desceu 5,7% no tri (menos 251 mil pessoas) e teve queda de 10,6% no ano (4,6 milhões). Já a população fora da força de trabalho, que não está nem trabalhando nem procurando emprego, ficou estável no trimestre (66,5 milhões) e subiu 1,7% ante o mesmo tri de 2025 (mais 1,1 milhão de pessoas). No índice da população desalentada (2,4 milhões), que reúne pessoas que desistiram de procurar emprego, houve redução de 10,2% no trimestre (menos 277 mil pessoas) e de 14,6% no ano (2,9 milhões). O percentual (2,2%) variou -0,3 ponto no tri e -0,4 em 2026. O número de empregados no setor privado com carteira assinada, sem considerar trabalhadores domésticos, atingiu 39,3 milhões, com estabilidade no trimestre e no ano. O número sem carteira (13,4 milhões) também ficou estável nos dois períodos analisados pelo IBGE. O contingente de trabalhadores por conta própria (26 milhões) não teve variação significativa no tri e em 2026. Já o número de trabalhadores domésticos (5,4 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e teve redução de 328 mil pessoas no ano. A informalidade marcou 37,3% da população ocupada, chegando a 38,3 milhões de trabalhadores informais, ante 37,5% (ou 38,3 milhões) no tri terminado em fevereiro e 37,8% (38,5 milhões) no período de março a maio de 2025. Já o rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.726) ficou estável no trimestre e subiu 4% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 377,7 bilhões) não variou significativamente no tri e avançou 4,8% (mais R$ 17,3 bilhões) em 2026. A força de trabalho, índice que soma pessoas ocupadas e desocupadas, bateu 108,8 milhões no tri de março a maio, crescendo 381 mil (0,4%) ante o tri de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026. Houve estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/desemprego-mantem-estabilidade-e-marca-5-6-em-maio-diz-ibge
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