Secretário da Receita descarta recuo na reforma tributária
Robinson Barreirinhas diz que ataques à medida usam fake news e têm motivações políticas
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Artur Maldaner
25/06/2026, 20:36 • Atualizado em 25/06/2026, 20:36
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Secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas Lula Marques/Agência Brasil
O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, defendeu nesta quinta-feira (25) que a reforma tributária não deve ser adiada, mesmo sob pressão de parlamentares contrários à medida.
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De acordo com Barreirinhas, “voltar atrás” traria prejuízo aos empresários, que já estão adotando posturas de transição à reforma.
Na visão do secretário, os ataques à reforma tributária possuem motivações políticas, e não técnicas. “Já esperávamos esse discurso, já que a reforma é o maior avanço do sistema tributário nas últimas quatro décadas e uma vitória do governo. Sabíamos que haveria uma tentativa de desmonte, uma série de ataques e fake news”, afirmou.
A reforma, que possui o objetivo de simplificar o sistema tributário do país, instituiu dois novos impostos, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A cobrança dos impostos têm previsão de início em janeiro de 2027. Por enquanto os tributos estão em fase de teste e aparecem nas notas fiscais eletrônicas de forma demonstrativa.
Até o momento, cerca de 75% dos documentos emitidos já possuem destaques da IBS e CBS, enquanto 50% dos contribuintes já estão destacando os novos impostos, disse a secretária especial adjunta, Adriana Rêgo.
Além disso, Barreirinhas comentou que a Receita tem construído a metodologia de cálculo do CBS em conjunto com o Tribunal de Contas da União (TCU) e consultores do Senado Federal. Para o secretário, o trabalho conjunto com outras instituições é importante, já que a divulgação antecipada da alíquota do imposto poderia ser perigosa, pelo alto valor de mercado e especulação.
Secretário da Receita descarta recuo na reforma tributáriaRobinson Barreirinhas diz que ataques à medida usam fake news e têm motivações políticasEconomia2026-06-25T20:36:09.170ZO secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, defendeu nesta quinta-feira (25) que a reforma tributária não deve ser adiada, mesmo sob pressão de parlamentares contrários à medida. De acordo com Barreirinhas, “voltar atrás” traria prejuízo aos empresários, que já estão adotando posturas de transição à reforma. Na visão do secretário, os ataques à reforma tributária possuem motivações políticas, e não técnicas. “Já esperávamos esse discurso, já que a reforma é o maior avanço do sistema tributário nas últimas quatro décadas e uma vitória do governo. Sabíamos que haveria uma tentativa de desmonte, uma série de ataques e fake news”, afirmou. A reforma, que possui o objetivo de simplificar o sistema tributário do país, instituiu dois novos impostos, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). A cobrança dos impostos têm previsão de início em janeiro de 2027. Por enquanto os tributos estão em fase de teste e aparecem nas notas fiscais eletrônicas de forma demonstrativa. Até o momento, cerca de 75% dos documentos emitidos já possuem destaques da IBS e CBS, enquanto 50% dos contribuintes já estão destacando os novos impostos, disse a secretária especial adjunta, Adriana Rêgo. Além disso, Barreirinhas comentou que a Receita tem construído a metodologia de cálculo do CBS em conjunto com o Tribunal de Contas da União (TCU) e consultores do Senado Federal. Para o secretário, o trabalho conjunto com outras instituições é importante, já que a divulgação antecipada da alíquota do imposto poderia ser perigosa, pelo alto valor de mercado e especulação.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/secretario-da-receita-descarta-recuo-na-reforma-tributaria
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