Brasil tem desemprego de 5,4% no trimestre até junho
Taxa caiu 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março e representa o menor valor para o sexto mês do ano na série histórica
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Felipe Moraes
Carteira de Trabalho | Divulgação/Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A taxa de desemprego no Brasil chegou a 5,4% no trimestre encerrado em junho de 2026, mostram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quinta-feira (30). O índice caiu 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março (6,1%) e 0,2 na comparação com o tri encerrado em maio (5,6%).
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O valor representa o menor para o mês de junho na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (5,8%), a queda foi de 0,4 ponto.
A população desocupada(5,9 milhões) caiu 10,9%, o que representa 718 mil pessoas a menos frente ao trimestre de janeiro a março (6,6 milhões). Em relação ao mesmo período do ano passado (6,3 milhões), houve variação negativa de -6,3%, com redução de 392 mil pessoas desocupadas na força de trabalho.
Já a população ocupada (103,1 milhões) teve acréscimo de 1,1%, com 1,081 milhão de pessoas a mais em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o período de abril a junho de 2025 (102,3 milhões), o indicador cresceu 0,7%, um adicional de 742 mil pessoas.
O nível de ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, ficou estimado em 58,8% no trimestre até junho, com incremento de 0,6 ponto ante o tri anterior (58,2%). Em relação ao mesmo tri do ano anterior, o índice não registrou variação estatisticamente significativa, segundo o IBGE.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho (12,9%) marcou variação de -1,4 ponto na comparação com trimestre até março (14,3%). Em relação ao tri até junho de 2025 (14,4%)., a queda foi de 1,5 ponto.
Na população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (4,1 milhões de pessoas), houve redução de 290 mil pessoas em relação ao trimestre anterior (6,6%). Na comparação com o tri até junho do ano passado (4,6 milhões), o indicador desceu 11,5 pontos.
O contingente de pessoas subutilizadas atingiu 14,7 milhões no período de abril a junho, uma variação de -10,1% em relação ao tri de janeiro a março (16,3 milhões). No confronto com o mesmo trimestre de 2025, quando havia 16,5 milhões de subutilizados, a estimativa desacelerou 11%.
A população fora da força de trabalho (66,5 milhões) apresentou estabilidade quando comparada com o trimestre até março. Ante o mesmo tri do ano anterior, houve alta de 1,5% (mais 971 mil pessoas).
A população desalentada (2,3 milhões), grupo de pessoas que desistiram de procurar emprego, caiu 14,7% em relação ao trimestre anterior, de janeiro a março, com redução de 395 mil pessoas. Frente o mesmo tri de 2025, quando havia 2,8 milhões de desalentados, a variação negativa foi de -17%.
O percentual de desalentados (2,1%) no período de abril a junho registrou queda de 0,3 ponto ante o tri de janeiro a março (2,4%). Ante o mesmo período do ano anterior, quando a taxa registrou 2,5%, houve queda de 0,4 ponto.
Empregados no setor privado com carteira assinada (39,4 milhões) apresentaram estabilidade em relação ao trimestre anterior e ao trimestre de abril a junho de 2025.
Já empregados no setor privado sem carteira assinada (13,6 milhões) tiveram aumento de 2,2% na comparação com o tri anterior, com incremento de 288 mil pessoas. Houve estabilidade ante o mesmo período do ano passado.
O contingente de empregados no setor público (13 milhões) subiu 2,6% frente o trimestre de janeiro a março. Na categoria de trabalhadores por conta própria (26,1 milhões), o índice ficou estável tanto em relação ao tri anterior quanto ao mesmo período de 2025.
O rendimento médio mensal real foi estimado em R$ 3.738, com estabilidade ante o período de janeiro a março e alta de 2,8% na comparação com o mesmo tri do ano passado.
A massa de rendimento real habitual (R$ 380,3 bilhões) ficou estável em relação ao tri até março e avançou 3,6% frente o período de abril a junho de 2025, com acréscimo de R$ 13,2 bilhões.
Brasil tem desemprego de 5,4% no trimestre até junhoTaxa caiu 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março e representa o menor valor para o sexto mês do ano na série históricaEconomia2026-07-30T12:22:18.845ZA taxa de desemprego no Brasil chegou a 5,4% no trimestre encerrado em junho de 2026, mostram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quinta-feira (30). O índice caiu 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março (6,1%) e 0,2 na comparação com o tri encerrado em maio (5,6%). 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. O valor representa o menor para o mês de junho na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (5,8%), a queda foi de 0,4 ponto. A população desocupada (5,9 milhões) caiu 10,9%, o que representa 718 mil pessoas a menos frente ao trimestre de janeiro a março (6,6 milhões). Em relação ao mesmo período do ano passado (6,3 milhões), houve variação negativa de -6,3%, com redução de 392 mil pessoas desocupadas na força de trabalho. Já a população ocupada (103,1 milhões) teve acréscimo de 1,1%, com 1,081 milhão de pessoas a mais em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o período de abril a junho de 2025 (102,3 milhões), o indicador cresceu 0,7%, um adicional de 742 mil pessoas. O nível de ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, ficou estimado em 58,8% no trimestre até junho, com incremento de 0,6 ponto ante o tri anterior (58,2%). Em relação ao mesmo tri do ano anterior, o índice não registrou variação estatisticamente significativa, segundo o IBGE. A taxa composta de subutilização da força de trabalho (12,9%) marcou variação de -1,4 ponto na comparação com trimestre até março (14,3%). Em relação ao tri até junho de 2025 (14,4%)., a queda foi de 1,5 ponto. Na população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (4,1 milhões de pessoas), houve redução de 290 mil pessoas em relação ao trimestre anterior (6,6%). Na comparação com o tri até junho do ano passado (4,6 milhões), o indicador desceu 11,5 pontos. O contingente de pessoas subutilizadas atingiu 14,7 milhões no período de abril a junho, uma variação de -10,1% em relação ao tri de janeiro a março (16,3 milhões). No confronto com o mesmo trimestre de 2025, quando havia 16,5 milhões de subutilizados, a estimativa desacelerou 11%. A população fora da força de trabalho (66,5 milhões) apresentou estabilidade quando comparada com o trimestre até março. Ante o mesmo tri do ano anterior, houve alta de 1,5% (mais 971 mil pessoas). A população desalentada (2,3 milhões), grupo de pessoas que desistiram de procurar emprego, caiu 14,7% em relação ao trimestre anterior, de janeiro a março, com redução de 395 mil pessoas. Frente o mesmo tri de 2025, quando havia 2,8 milhões de desalentados, a variação negativa foi de -17%. O percentual de desalentados (2,1%) no período de abril a junho registrou queda de 0,3 ponto ante o tri de janeiro a março (2,4%). Ante o mesmo período do ano anterior, quando a taxa registrou 2,5%, houve queda de 0,4 ponto. Empregados no setor privado com carteira assinada (39,4 milhões) apresentaram estabilidade em relação ao trimestre anterior e ao trimestre de abril a junho de 2025. Já empregados no setor privado sem carteira assinada (13,6 milhões) tiveram aumento de 2,2% na comparação com o tri anterior, com incremento de 288 mil pessoas. Houve estabilidade ante o mesmo período do ano passado. O contingente de empregados no setor público (13 milhões) subiu 2,6% frente o trimestre de janeiro a março. Na categoria de trabalhadores por conta própria (26,1 milhões), o índice ficou estável tanto em relação ao tri anterior quanto ao mesmo período de 2025. O rendimento médio mensal real foi estimado em R$ 3.738, com estabilidade ante o período de janeiro a março e alta de 2,8% na comparação com o mesmo tri do ano passado. A massa de rendimento real habitual (R$ 380,3 bilhões) ficou estável em relação ao tri até março e avançou 3,6% frente o período de abril a junho de 2025, com acréscimo de R$ 13,2 bilhões.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/brasil-tem-desemprego-de-5-4-no-trimestre-ate-junho