Índice de Preços fica 0,35% abaixo da taxa de junho, quando marcou 0,41%, e acumula alta de 3,51% em 2026
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Felipe Moraes
Energia elétrica | Divulgação/Tânia Rêgo/Agência Brasil
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia oficial da inflação no Brasil, subiu 0,06% em julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira (28). A taxa ficou 0,35% abaixo da registrada em junho, quando marcou 0,41%.
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Em 2026, o IPCA-15 acumula alta de 3,51%. Em 12 meses, atinge 4,52%, abaixo dos 4,8% calculados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já no mês de julho de 2025, a prévia da inflação somou 0,33%.
Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, habitação representou o de maior variação e impacto (0,97% e 0,15 ponto percentual) no índice geral. Na outra ponta, o segmento de alimentação de bebidas teve a menor variação e impacto (-0,66% e -0,15 ponto).
Variação do IPCA-15 de julho de 2026 por grupo de produtos e serviços | Reprodução/IBGE
Em habitação, a alta foi puxada pelo aumento na energia elétrica residencial (3,03%), que respondeu pelo maior impacto individual no resultado de julho (0,12 ponto).
O instituto explicou em nota que, além da vigência da bandeira amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 para cada 100 Kwh consumidos, o número reflete reajustes estaduais: 19,55% em Curitiba (12,85%), 14,89% em uma das concessionárias em Porto Alegre (5,05%), 8,85% em uma das fornecedoras em São Paulo (2,65%) e 5,21% em Belo Horizonte (1,37%).
"Ainda sobre a energia elétrica residencial ressalta-se que a variação de 4,88% no Rio de Janeiro reflete o retorno da vigência do reajuste de 15,10% sobre as tarifas de março de 2026, em uma das concessionárias, conforme o despacho 2.129 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de 11 de junho de 2026", completou o IBGE.
No grupo de alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio caiu 1,14%, com destaque para quedas de produtos como tomate (-19,95%), batata-inglesa (-10,03%) e café moído (-3,13%). Cebola (7,1%) e pão francês (0,65%) figuram entre as altas mais significativas.
A alimentação fora do domicílio avançou de 0,4% em junho para 0,55% em julho, puxada pela refeição (0,66%) após aumento de 0,39% no mês anterior. Já o lanche desacelerou de 0,45% para 0,3%.
Em relação aos índices regionais, o Rio de Janeiro registrou a maior variação (0,44%), sob impacto de altas na passagem aérea (24,34%) e na energia elétrica residencial (4,88%). O menor resultado (-0,22%) ocorreu em Belém, com quedas destacáveis no açaí (-19,45%) e na gasolina (-3,35%).
Variação do IPCA-15 de julho de 2026 por região do Brasil | Reprodução/IBGE
IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,06% em julhoÍndice de Preços fica 0,35% abaixo da taxa de junho, quando marcou 0,41%, e acumula alta de 3,51% em 2026Economia2026-07-28T12:33:47.769ZO Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia oficial da inflação no Brasil, subiu 0,06% em julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira (28). A taxa ficou 0,35% abaixo da registrada em junho, quando marcou 0,41%. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Em 2026, o IPCA-15 acumula alta de 3,51%. Em 12 meses, atinge 4,52%, abaixo dos 4,8% calculados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já no mês de julho de 2025, a prévia da inflação somou 0,33%. Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, habitação representou o de maior variação e impacto (0,97% e 0,15 ponto percentual) no índice geral. Na outra ponta, o segmento de alimentação de bebidas teve a menor variação e impacto (-0,66% e -0,15 ponto). Em habitação, a alta foi puxada pelo aumento na energia elétrica residencial (3,03%), que respondeu pelo maior impacto individual no resultado de julho (0,12 ponto). O instituto explicou em nota que, além da vigência da bandeira amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 para cada 100 Kwh consumidos, o número reflete reajustes estaduais: 19,55% em Curitiba (12,85%), 14,89% em uma das concessionárias em Porto Alegre (5,05%), 8,85% em uma das fornecedoras em São Paulo (2,65%) e 5,21% em Belo Horizonte (1,37%). "Ainda sobre a energia elétrica residencial ressalta-se que a variação de 4,88% no Rio de Janeiro reflete o retorno da vigência do reajuste de 15,10% sobre as tarifas de março de 2026, em uma das concessionárias, conforme o despacho 2.129 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de 11 de junho de 2026", completou o IBGE. No grupo de alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio caiu 1,14%, com destaque para quedas de produtos como tomate (-19,95%), batata-inglesa (-10,03%) e café moído (-3,13%). Cebola (7,1%) e pão francês (0,65%) figuram entre as altas mais significativas. A alimentação fora do domicílio avançou de 0,4% em junho para 0,55% em julho, puxada pela refeição (0,66%) após aumento de 0,39% no mês anterior. Já o lanche desacelerou de 0,45% para 0,3%. Em relação aos índices regionais, o Rio de Janeiro registrou a maior variação (0,44%), sob impacto de altas na passagem aérea (24,34%) e na energia elétrica residencial (4,88%). O menor resultado (-0,22%) ocorreu em Belém, com quedas destacáveis no açaí (-19,45%) e na gasolina (-3,35%). São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/ipca-15-previa-da-inflacao-sobe-0-06-em-julho