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Veja imagens de jatinho de R$ 200 milhões apreendido em operação da PF contra o Banco Master

Operação Compliance Zero cumpriu sete mandados de prisão; dono do banco, Daniel Vorcaro, foi preso

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Daniel Vorcaro foi preso no aeroporto de Guarulhos (SP). | Reprodução/Redes sociais | Divulgação/PF
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Uma aeronave, avaliada em R$ 200 milhões, foi apreendida pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Compliance Zero. A ação prendeu o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, e outros diretores.

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A operação, deflagrada nessa terça-feira (18), tinha objetivo de combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.

Daniel Vorcaro foi preso na noite de segunda-feira (17), no aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, enquanto tentava deixar o país na aeronave particular.

A defesa de Vorcaro nega que ele estivesse fugindo do país, alegando que o destino final do voo era Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, para se encontrar com os compradores do banco.

Veja imagens da aeronave apreendida

Além das sete prisões, foram apreendidos carros de luxo, obras de arte, relógios, R$ 1,6 milhão em espécie e a aeronave, segundo a PF. Veja imagens:

Divulgação/PF
Divulgação/PF
Divulgação/PF
Divulgação/PF

Investigações

Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram em 2024, após uma requisição do Ministério Público Federal para apurar a possível criação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, posteriormente, substituídos por novos ativos sem a devida avaliação técnica, após fiscalização do Banco Central.

A apuração envolve suspeitas de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa e outros crimes relacionados à atuação do setor financeiro.

A corporação diz que o esquema pode ter movimentado R$ 12,2 bilhões. Este valor foi bloqueado pela justiça.

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