Procuradoria analisa provas contra Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe
Decisão de Paulo Gonet sobre formato da acusação criminal, que pode tornar ex-presidente e militares golpistas réus no STF, fica para 2025
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Ricardo Brandt
A equipe da Procuradoria-Geral da República (PGR) inicia nesta segunda-feira (2) a análise dos documentos entregues pela Polícia Federal com o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outras 36 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.
São nove membros do Ministério Público Federal, do grupo criado na PGR em 2023 para os processos do Supremo Tribunal Federal (STF) contra os atos golpistas, do 8 de Janeiro.
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Além da análise de conexão entre os inquéritos contra Bolsonaro, o recesso do judiciário, que começa no próximo dia 20, também pesou na decisão.
São 37 indiciados -- e esse número pode aumentar -- no inquérito concluído pela PF. Eles foram indiciados por crimes de tentativa de golpe de Estado, atentado violento à democracia e formação de organização criminosa.
O relatório final da PF contra Bolsonaro colocou o ex-presidente como alvo de três indiciamentos policiais, nos processos sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo. Nenhum deles resultou, até o momento, em ação penal - em que o indiciado vira réu e segue para julgamento.
Paulo Gonet, o chefe do Ministério Público Federal, tem que decidir se: faz a acusação ao STF contra Bolsonaro e os demais indiciados; se pede novas apurações à polícia; ou se pede arquivamento do caso por falta de provas ou crime a ser denunciado.
Além do indiciamento pela tentativa de golpe, Bolsonaro é alvo do inquérito que apura a inserção de dados falsos em cartões de vacina e da investigação sobre a venda de joias no exterior.
Procuradoria analisa provas contra Bolsonaro e aliados por tentativa de golpeDecisão de Paulo Gonet sobre formato da acusação criminal, que pode tornar ex-presidente e militares golpistas réus no STF, fica para 2025Brasil2024-12-01T23:24:49.346ZA equipe da Procuradoria-Geral da República (PGR) inicia nesta segunda-feira (2) a análise dos documentos entregues pela Polícia Federal com o (PL) e de outras 36 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa. São nove membros do Ministério Público Federal, do grupo criado na PGR em 2023 para os processos do Supremo Tribunal Federal (STF) contra os atos golpistas, do 8 de Janeiro. Além da análise de conexão entre os inquéritos contra Bolsonaro, o recesso do judiciário, que começa no próximo dia 20, também pesou na decisão. São -- e esse número pode aumentar -- no inquérito concluído pela PF. Eles foram indiciados por crimes de tentativa de golpe de Estado, atentado violento à democracia e formação de organização criminosa. O relatório final da PF contra Bolsonaro colocou o ex-presidente como alvo de três indiciamentos policiais, nos processos sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo. Nenhum deles resultou, até o momento, em ação penal - em que o indiciado vira réu e segue para julgamento. Paulo Gonet, o chefe do Ministério Público Federal, tem que decidir se: faz a acusação ao STF contra Bolsonaro e os demais indiciados; se pede novas apurações à polícia; ou se pede arquivamento do caso por falta de provas ou crime a ser denunciado. Além do indiciamento pela tentativa de golpe, Bolsonaro é alvo do inquérito que apura a inserção de dados falsos em cartões de vacina e da investigação sobre a venda de joias no exterior. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/procuradoria-analisa-provas-contra-bolsonaro-e-aliados-por-tentativa-de-golpe
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