Enterro de pets com tutores é realizado em cidade do RJ
Sepultamento de animais de estimação em jazigos de humanos começa a ser realizado em Macaé
SBT News
Coveiros trabalham em cemitério de Macaé. | Foto: Rui Porto Filho/Prefeitura de Macaée
O enterro de pets junto com seus tutores já pode ser realizado na cidade de Macaé, no Norte do Rio de Janeiro. O primeiro sepultamento do gênero foi realizado no final de julho, no Cemitério Memorial da Igualdade, no bairro Virgem Santa.
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“Era um desejo da minha mãe. Ela viveu para ele e ele viveu por ela, e os dois devem estar felizes agora. Eles eram o amor da vida um do outro”, fala Liliane Bocampagni, filha de Maria Regina.
O serviço, oferecido pela Prefeitura, foi autorizado pela a Lei nº 5.539/2026, publicada pelo município em maio deste ano. A legislação permite o enterro de cachorros e gatos, caracterizados como animais de estimação, em jazigos pertencentes à família ou a parentes, em cemitérios públicos e privados da cidade.
“Por enquanto, autorizamos apenas esses animais. Pode ser de pequeno, médio ou grande porte, desde que a família tenha um jazigo ou uma gaveta própria”, explica Elias Jorge de Souza, conhecido como Paulista, secretário municipal de Cemitérios.
Ele diz que não há cobrança de taxas diferenciadas para o sepultamento dos animais, desde que haja espaço na sepultura ou na gaveta.
Ex-vereador da cidade, foi Paulista quem propôs o texto da lei, depois de perder o próprio animal de estimação.
“Meu gatinho, Bichano, viveu 16 anos com nossa família. Quando ele morreu, tentei sepultar, mas não consegui, porque não era permitido, e acabei cremando. Foi quando decidi trabalhar para que isso se tornasse uma realidade para outras pessoas que também amam os animais”, conta.
A aquisição de caixa ou urna funerária para acomodar o corpo do animal cabe à família. De acordo com a lei, o compartimento deve respeitar as normas sanitárias, e a principal exigência é a apresentação de um laudo, assinado por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária e escolhido pelos parentes, atestando que a morte do pet não foi causada por doença infecciosa.
“Não há burocracia, mas isso é importante para evitar contaminação e preservar a saúde de todos”, justifica o secretário.
Para atender à nova demanda, o Cemitério do Memorial da Igualdade vai passar por obras de ampliação, para a construção de 500 novos jazigos e 1.200 gavetas.
Enterro de pets com tutores é realizado em cidade do RJSepultamento de animais de estimação em jazigos de humanos começa a ser realizado em Macaé Brasil2026-08-12T17:53:47.591ZO já pode ser realizado na cidade de Macaé, no Norte do Rio de Janeiro. O primeiro sepultamento do gênero foi realizado no final de julho, no Cemitério Memorial da Igualdade, no bairro Virgem Santa. Na ocasião, o poodle Tiesto, de 20 anos, foi enterrado com a , de 64 anos. “Era um desejo da minha mãe. Ela viveu para ele e ele viveu por ela, e os dois devem estar felizes agora. Eles eram o amor da vida um do outro”, fala Liliane Bocampagni, filha de Maria Regina. O serviço, oferecido pela Prefeitura, foi autorizado pela a , publicada pelo município em maio deste ano. A legislação permite o enterro de cachorros e gatos, caracterizados como animais de estimação, em jazigos pertencentes à família ou a parentes, em cemitérios públicos e privados da cidade. “Por enquanto, autorizamos apenas esses animais. Pode ser de pequeno, médio ou grande porte, desde que a família tenha um jazigo ou uma gaveta própria”, explica Elias Jorge de Souza, conhecido como Paulista, secretário municipal de Cemitérios. Ele diz que não há cobrança de taxas diferenciadas para o sepultamento dos animais, desde que haja espaço na sepultura ou na gaveta. Ex-vereador da cidade, foi Paulista quem propôs o texto da lei, depois de perder o próprio animal de estimação. “Meu gatinho, Bichano, viveu 16 anos com nossa família. Quando ele morreu, tentei sepultar, mas não consegui, porque não era permitido, e acabei cremando. Foi quando decidi trabalhar para que isso se tornasse uma realidade para outras pessoas que também amam os animais”, conta. A aquisição de caixa ou urna funerária para acomodar o corpo do animal cabe à família. De acordo com a lei, o compartimento deve respeitar as normas sanitárias, e a principal exigência é a apresentação de um laudo, assinado por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária e escolhido pelos parentes, atestando que a morte do pet não foi causada por doença infecciosa. “Não há burocracia, mas isso é importante para evitar contaminação e preservar a saúde de todos”, justifica o secretário. Para atender à nova demanda, o Cemitério do Memorial da Igualdade vai passar por obras de ampliação, para a construção de 500 novos jazigos e 1.200 gavetas. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/enterro-de-pets-com-tutores-e-realizado-em-cidade-do-rj