Ministério da Saúde já confirma 1.877 infecções no país; outras 371 estão sob investigação
C
Camila Stucaluc
18/12/2024, 08:48 • Atualizado em 18/12/2024, 08:48
compartilhar
Mpox voltou a ser classificada como emergência global pela OMS | Reprodução/ECDC
O Brasil está se aproximando da marca de 2 mil casos de Mpox – antiga varíola dos macacos – em 2024. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, até o dia 10 de novembro, foram notificadas 1.877 infecções confirmadas ou prováveis da doença, enquanto outros 371 casos permanecem sob investigação.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Atualmente, a região Sudeste é a mais afetada pela Mpox, concentrando 1.424 casos (75,9% do total de infecções no país). Tal número é liderado pelo estado de São Paulo, que contabiliza 998 casos (53% do total), seguido do Rio de Janeiro (355 – 17,8%).
Assim como relatado nos boletins anteriores, o principal perfil dos casos confirmados e prováveis é o de pessoas do sexo masculino (1.767 do total de infecções) na faixa etária de 18 a 39 anos. Por enquanto, não foram registrados óbitos da doença este ano. O número hospitalizações, por sua vez, chega a 134, além de 13 internações em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A Mpox voltou a ser classificada como emergência global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em agosto. A decisão levou em conta o alto número de casos confirmados no mundo e a disseminação de uma nova forma do vírus. Atualmente, 20 países relatam infecções da doença, sendo grande parte na região da África (62 mil).
O que é a Mpox?
A Mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato próximo com pessoas infectadas, sobretudo por vias sexuais. O intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação dos sintomas varia entre três e 16 dias.
Inicialmente, os sintomas da doença incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Após três dias, o paciente pode começar a desenvolver erupções cutâneas.
De acordo com a OMS, o principal meio de prevenção é evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. No caso da necessidade de contato, como profissionais da saúde, deve-se utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Também é recomendado que os infectados não compartilhem itens como toalhas, roupas e lençóis.
Brasil se aproxima de 2 mil casos de Mpox em 2024Ministério da Saúde já confirma 1.877 infecções no país; outras 371 estão sob investigaçãoSaúde2024-12-18T08:48:00.000ZO Brasil está se aproximando da marca de 2 mil casos de Mpox – antiga varíola dos macacos – em 2024. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, até o dia 10 de novembro, foram notificadas 1.877 infecções confirmadas ou prováveis da doença, enquanto outros 371 casos permanecem sob investigação. Atualmente, a região Sudeste é a mais afetada pela Mpox, concentrando 1.424 casos (75,9% do total de infecções no país). Tal número é liderado pelo estado de São Paulo, que contabiliza 998 casos (53% do total), seguido do Rio de Janeiro (355 – 17,8%). Assim como relatado nos boletins anteriores, o principal perfil dos casos confirmados e prováveis é o de pessoas do sexo masculino (1.767 do total de infecções) na faixa etária de 18 a 39 anos. Por enquanto, não foram registrados óbitos da doença este ano. O número hospitalizações, por sua vez, chega a 134, além de 13 internações em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A Mpox voltou a ser classificada como emergência global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em agosto. A decisão levou em conta o alto número de casos confirmados no mundo e a disseminação de uma nova forma do vírus. Atualmente, 20 países relatam infecções da doença, sendo grande parte na região da África (62 mil). O que é a Mpox? A Mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato próximo com pessoas infectadas, sobretudo por vias sexuais. O intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação dos sintomas varia entre três e 16 dias. Inicialmente, os sintomas da doença incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Após três dias, o paciente pode começar a desenvolver erupções cutâneas. De acordo com a OMS, o principal meio de prevenção é evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. No caso da necessidade de contato, como profissionais da saúde, deve-se utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Também é recomendado que os infectados não compartilhem itens como toalhas, roupas e lençóis.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/brasil-se-aproxima-de-2-mil-casos-de-mpox-em-2024
Prefeitura de SP notifica ONG ligada a filme de Bolsonaro
Gestão vê inconsistências na prestação de contas do ICB, de Karina Ferreira, dona da produtora de filme sobre Bolsonaro; ICB diz que notificações são ordinárias
Defesa diz que armas de Bolsonaro sempre estiveram regulares
Advogado afirmou que já havia repassado situação antes de operação na residência de Bolsonaro; agentes não encontraram armamentos ou munições sem registro