Uso emergencial de vacinas contra mpox é renovado pela Anvisa
Medida permite que as vacinas continuem sendo utilizadas, por mais seis meses, sem registro no Brasil
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Yumi Kuwano
28/08/2024, 00:12 • Atualizado em 28/08/2024, 00:12
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) renovou a autorização que dispensa o registro das vacinas contra ampox no país. O despacho foi publicado nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União.
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A renovação da dispensa foi aprovada por unanimidade pela diretoria colegiada da Anvisa. A medida, de caráter excepcional e temporário, permite que as vacinas continuem sendo utilizadas mesmo sem registro no Brasil, por seis meses, contados a partir do último dia 23.
A dispensa vale para as duas vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde para a prevenção ou tratamento da doença: Jynneos e a Imvanex, fabricadas pela empresa dinamarquesa Bavarian Nordic e pela alemã IDT Biologika.
No Brasil, até o momento, não há submissão de protocolo de ensaio clínico em vacinas ou medicamentos para ser conduzido no Brasil, e não existe protocolo submetido ou mesmo vacina já registrada pela Anvisa com a indicação de imunização contra a mpox.
Em agosto de 2022, a Anvisa liberou, pela primeira vez, a vacinação contra a mpox no Brasil de forma provisória. Em 2023, foram distribuídas todas as 49 mil doses das vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde.
Do início de 2024 até 17 de agosto foram notificados 791 casos confirmados e prováveis de mpox no país. A região com maior notificação é o Sudeste, com 81,4% dos casos.
Neste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII).
Uso emergencial de vacinas contra mpox é renovado pela Anvisa Medida permite que as vacinas continuem sendo utilizadas, por mais seis meses, sem registro no Brasil Saúde2024-08-28T00:12:29.195ZA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) renovou a autorização que dispensa o registro das vacinas contra a mpox no país. O despacho foi publicado nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União. A renovação da dispensa foi aprovada por unanimidade pela diretoria colegiada da Anvisa. A medida, de caráter excepcional e temporário, permite que as vacinas continuem sendo utilizadas mesmo sem registro no Brasil, por seis meses, contados a partir do último dia 23. A dispensa vale para as duas vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde para a prevenção ou tratamento da doença: Jynneos e a Imvanex, fabricadas pela empresa dinamarquesa Bavarian Nordic e pela alemã IDT Biologika. No Brasil, até o momento, não há submissão de protocolo de ensaio clínico em vacinas ou medicamentos para ser conduzido no Brasil, e não existe protocolo submetido ou mesmo vacina já registrada pela Anvisa com a indicação de imunização contra a mpox. Cenário Em agosto de 2022, a Anvisa liberou, pela primeira vez, a vacinação contra a mpox no Brasil de forma provisória. Em 2023, foram distribuídas todas as 49 mil doses das vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde. Do início de 2024 até 17 de agosto foram notificados 791 casos confirmados e prováveis de mpox no país. A região com maior notificação é o Sudeste, com 81,4% dos casos. Neste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/uso-emergencial-de-vacinas-contra-mpox-e-renovado-pela-anvisa-1
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