Paciente é um homem de 39 anos, morador de Portugal, que apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro
Camila Stucaluc
13/01/2026, 04:23 • Atualizado em 13/01/2026, 04:23
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Mpox voltou a ser classificada como emergência global pela OMS | Reprodução/ECDC
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou, na segunda-feira (12), o segundo caso da nova variante da Mpox, chamada de clado Ib. Trata-se de um homem de 39 anos, que apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro.
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Segundo a pasta, o homem procurou atendimento médico no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na zona oeste da capital paulista, e permaneceu internado por um dia. Ao receber alta, retornou a Portugal, seu país de origem. Por enquanto, não há registro de casos similares entre as pessoas que tiveram contato com ele.
Este é o segundo caso de mpox pelo clado Ib confirmado no Estado. O primeiro registro foi feito em março de 2025 e se referiu a uma mulher de 29 anos da região metropolitana de São Paulo, cujo quadro clínico evolui para cura. Ela foi infectada após ter contato com um familiar do Congo, país onde a doença é endêmica.
De acordo com dados da Secretaria de Saúde, 1.930 casos de Mpox já foram contabilizados no estado de São Paulo, mas sem registro de óbito pela doença. Em nota, a pasta afirmou que “mantém o monitoramento contínuo do cenário epidemiológico da doença no estado”.
O que é a Mpox?
A Mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato próximo com pessoas infectadas, sobretudo por vias sexuais. O intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação dos sintomas varia entre três e 16 dias.
Inicialmente, os sintomas da doença incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Após três dias, o paciente pode começar a desenvolver erupções cutâneas.
De acordo com a OMS, o principal meio de prevenção é evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. No caso da necessidade de contato, como profissionais da saúde, deve-se utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Também é recomendado que os infectados não compartilhem itens como toalhas, roupas e lençóis.
SP registra segundo caso de nova variante de MpoxPaciente é um homem de 39 anos, morador de Portugal, que apresentou os primeiros sintomas no final de dezembroSaúde2026-01-13T04:23:00.000ZA Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou, na segunda-feira (12), o segundo caso da nova variante da Mpox, chamada de clado Ib. Trata-se de um homem de 39 anos, que apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro. Segundo a pasta, o homem procurou atendimento médico no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na zona oeste da capital paulista, e permaneceu internado por um dia. Ao receber alta, retornou a Portugal, seu país de origem. Por enquanto, não há registro de casos similares entre as pessoas que tiveram contato com ele. Este é o segundo caso de mpox pelo clado Ib confirmado no Estado. O e se referiu a uma mulher de 29 anos da região metropolitana de São Paulo, cujo quadro clínico evolui para cura. Ela foi infectada após ter contato com um familiar do Congo, país onde a doença é endêmica. De acordo com dados da Secretaria de Saúde, 1.930 casos de Mpox já foram contabilizados no estado de São Paulo, mas sem registro de óbito pela doença. Em nota, a pasta afirmou que “mantém o monitoramento contínuo do cenário epidemiológico da doença no estado”. O que é a Mpox? A Mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato próximo com pessoas infectadas, sobretudo por vias sexuais. O intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação dos sintomas varia entre três e 16 dias. Inicialmente, os sintomas da doença incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Após três dias, o paciente pode começar a desenvolver erupções cutâneas. De acordo com a OMS, o principal meio de prevenção é evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. No caso da necessidade de contato, como profissionais da saúde, deve-se utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Também é recomendado que os infectados não compartilhem itens como toalhas, roupas e lençóis.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/sp-registra-segundo-caso-de-nova-variante-de-mpox-1
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