24/03/2026, 20:58 • Atualizado em 24/03/2026, 20:59
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O pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta terça-feira (24), em entrevista ao SBT News, que pode assumir um ministério em um eventual governo de direita. Segundo ele, o campo deve chegar unido ao segundo turno das eleições presidenciais, apesar da disputa no primeiro.
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"Nós não somos adversários. Nós estamos inclusive mostrando que a direita tem bons nomes, diferentemente da esquerda, que só continua com um que é o mesmo há mais de 40 anos, mas que, graças a Deus vai caminhar para a aposentadoria em breve."
Zema disse que já comunicou sua pré-candidatura ao ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu a estratégia de múltiplos nomes no campo da direita para fortalecer o grupo político. O ex-governador também indicou que, caso não dispute ou vença a eleição, pode integrar um futuro governo.
“Eu me considero apto a ocupar uma série de cargos em Brasília. Vejo hoje gente muito menos qualificada e competente ocupando essas funções”, afirmou o pré-candidato.
Apesar da sinalização, Zema descartou, neste momento, uma aliança no primeiro turno e afirmou que a estratégia é concentrar forças regionais para ampliar o alcance eleitoral.
Segundo ele, governadores bem avaliados tendem a ter desempenho forte em seus estados e podem transferir votos no segundo turno contra o PT.
Zema também afirmou que pretende permanecer no Partido Novo, apesar de manter diálogo com outras siglas, como o PSD, e reforçou que sua candidatura busca apresentar uma alternativa com base em sua experiência à frente do governo mineiro.
Zema diz que pode ser ministro em 'presidência de direita' Ao SBT News, pré-candidato à corrida presidencial afirma que pode integrar gestão de outro nome da direita e aposta em convergência após 1º turnoPolítica2026-03-24T20:58:19.285ZO pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta terça-feira (24), em entrevista ao SBT News, que pode assumir um ministério em um eventual governo de direita. Segundo ele, o campo deve chegar unido ao segundo turno das eleições presidenciais, apesar da disputa no primeiro. "Nós não somos adversários. Nós estamos inclusive mostrando que a direita tem bons nomes, diferentemente da esquerda, que só continua com um que é o mesmo há mais de 40 anos, mas que, graças a Deus vai caminhar para a aposentadoria em breve." Zema disse que já comunicou sua pré-candidatura ao ex-presidente Jair Bolsonaro e defendeu a estratégia de múltiplos nomes no campo da direita para fortalecer o grupo político. O ex-governador também indicou que, caso não dispute ou vença a eleição, pode integrar um futuro governo. “Eu me considero apto a ocupar uma série de cargos em Brasília. Vejo hoje gente muito menos qualificada e competente ocupando essas funções”, afirmou o pré-candidato. Apesar da sinalização, Zema descartou, neste momento, uma aliança no primeiro turno e afirmou que a estratégia é concentrar forças regionais para ampliar o alcance eleitoral. Segundo ele, governadores bem avaliados tendem a ter desempenho forte em seus estados e podem transferir votos no segundo turno contra o PT. Zema também afirmou que pretende permanecer no Partido Novo, apesar de manter diálogo com outras siglas, como o PSD, e reforçou que sua candidatura busca apresentar uma alternativa com base em sua experiência à frente do governo mineiro.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/zema-diz-que-pode-ser-ministro-em-presidencia-de-direita-1
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