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“Nas ruas, é essencial respeitar a liberdade de expressão de cada cidadão. Divergências, críticas e protestos fazem parte da democracia. O que não podemos tolerar é que a divergência se transforme em violência, agressão ou intimidação, especialmente neste momento em que precisamos nos unir para enfrentar essa praga que é a violência contra as mulheres”, escreveu Tarcísio.
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O governador acrescentou que “rejeita qualquer episódio desse tipo”, ressaltando que “todo ato criminoso deve ser investigado, e os responsáveis severamente punidos conforme previsto por lei”.
Marina participava do primeiro ato público da campanha de Fernando Haddad quando um homem se aproximou de forma agressiva. Ele chegou a encostar na candidata, antes de ser afastado por integrantes da equipe de segurança.
“Essa pessoa veio de forma muito agressiva, tentando me tirar do centro. Eu espero e trabalharei muito para que sejam casos isolados, porque o débito irá para aqueles que não desautorizam esse tipo de prática”, disse Marina.
Após o episódio, Marina foi acolhida em uma loja no centro da capital. Haddad classificou o caso como intimidação e saiu em defesa da candidata, relacionando o episódio ao aumento da intolerância contra mulheres e negros.
“Quando um governante, seja quem for, dá um exemplo do respeito, isso chega em toda a sociedade. Então não se iludam que essa intolerância contra a mulher e contra os negros do país aumentou muito por causa dessa extrema direita que não respeita a diferença, não respeita o outro, como a Marina”, disse Haddad.
Tarcísio se solidariza com Marina após hostilidade em SPGovernador afirmou que divergências políticas não devem virar violência ou intimidaçãoPolítica2026-08-18T07:08:00.000ZO governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), prestou solidariedade à ex-ministra Marina Silva (Rede), atual candidata ao Senado pelo Estado. (PT), na segunda-feira (17), no centro da capital paulista. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. “Nas ruas, é essencial respeitar a liberdade de expressão de cada cidadão. Divergências, críticas e protestos fazem parte da democracia. O que não podemos tolerar é que a divergência se transforme em violência, agressão ou intimidação, especialmente neste momento em que precisamos nos unir para enfrentar essa praga que é a violência contra as mulheres”, escreveu Tarcísio. O governador acrescentou que “rejeita qualquer episódio desse tipo”, ressaltando que “todo ato criminoso deve ser investigado, e os responsáveis severamente punidos conforme previsto por lei”. Marina participava do primeiro ato público da campanha de Fernando Haddad quando um homem se aproximou de forma agressiva. Ele chegou a encostar na candidata, antes de ser afastado por integrantes da equipe de segurança. “Essa pessoa veio de forma muito agressiva, tentando me tirar do centro. Eu espero e trabalharei muito para que sejam casos isolados, porque o débito irá para aqueles que não desautorizam esse tipo de prática”, disse Marina. Após o episódio, Marina foi acolhida em uma loja no centro da capital. Haddad classificou o caso como intimidação e saiu em defesa da candidata, relacionando o episódio ao aumento da intolerância contra mulheres e negros. “Quando um governante, seja quem for, dá um exemplo do respeito, isso chega em toda a sociedade. Então não se iludam que essa intolerância contra a mulher e contra os negros do país aumentou muito por causa dessa extrema direita que não respeita a diferença, não respeita o outro, como a Marina”, disse Haddad.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/tarcisio-se-solidariza-com-marina-apos-hostilidade-em-sp
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