Política

Tarcísio se solidariza com Marina após hostilidade em SP

Governador afirmou que divergências políticas não devem virar violência ou intimidação

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Camila Stucaluc
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas | Divulgação/Republicanos

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas | Divulgação/Republicanos

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), prestou solidariedade à ex-ministra Marina Silva (Rede), atual candidata ao Senado pelo Estado. Ela foi abordada de forma agressiva durante caminhada de campanha de Fernando Haddad (PT), na segunda-feira (17), no centro da capital paulista.

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“Nas ruas, é essencial respeitar a liberdade de expressão de cada cidadão. Divergências, críticas e protestos fazem parte da democracia. O que não podemos tolerar é que a divergência se transforme em violência, agressão ou intimidação, especialmente neste momento em que precisamos nos unir para enfrentar essa praga que é a violência contra as mulheres”, escreveu Tarcísio.

O governador acrescentou que “rejeita qualquer episódio desse tipo”, ressaltando que “todo ato criminoso deve ser investigado, e os responsáveis severamente punidos conforme previsto por lei”.

Marina participava do primeiro ato público da campanha de Fernando Haddad quando um homem se aproximou de forma agressiva. Ele chegou a encostar na candidata, antes de ser afastado por integrantes da equipe de segurança.

“Essa pessoa veio de forma muito agressiva, tentando me tirar do centro. Eu espero e trabalharei muito para que sejam casos isolados, porque o débito irá para aqueles que não desautorizam esse tipo de prática”, disse Marina.

Após o episódio, Marina foi acolhida em uma loja no centro da capital. Haddad classificou o caso como intimidação e saiu em defesa da candidata, relacionando o episódio ao aumento da intolerância contra mulheres e negros.

“Quando um governante, seja quem for, dá um exemplo do respeito, isso chega em toda a sociedade. Então não se iludam que essa intolerância contra a mulher e contra os negros do país aumentou muito por causa dessa extrema direita que não respeita a diferença, não respeita o outro, como a Marina”, disse Haddad.

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