Starlink recua e diz que vai aceitar determinação judicial no Brasil e suspender o X
Mesmo dizendo que irá acatar decisão de Moraes, empresa afirma que iniciou procedimentos legais no STF para explicar a "grave ilegalidade" da ordem
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Murillo Otavio
03/09/2024, 20:45 • Atualizado em 03/09/2024, 23:52
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elon musk
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A Starlink recuou e afirmou, nesta terça-feira (3), que vai aceitar a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de interromper a conexão com o X, antigo Twitter, segundo a agência de notícias Reuters.
Em uma publicação no X, a empresa do bilionário Elon Musk disse que iniciou procedimentos legais no STF explicando a "grave ilegalidade" da ordem de Moraes, que congelou as finanças da Starlink e a impede de realizar transações financeiras no Brasil.
Antes, a empresa havia dito que não seguiria a determinação do ministro Alexandre de Moraes ordenando para que todos os provedores de internet bloqueassem o acesso doméstico ao X. A plataforma foi proibida de atuar no país por não haver representante legal e por descumprir medidas judiciais.
Na decisão que suspendeu o acesso aos recursos e transações financeiras da Starlink no Brasil, Moraes considerou que ambas as empresas pertencem ao mesmo grupo econômico, liderado por Musk.
A Starlink é uma provedora de internet via satélite, com mais de 200 mil usuários no Brasil. Logo após o anúncio da decisão, a empresa classificou a ordem como "inconstitucional" e declarou que iria recorrer.
Starlink recua e diz que vai aceitar determinação judicial no Brasil e suspender o XMesmo dizendo que irá acatar decisão de Moraes, empresa afirma que iniciou procedimentos legais no STF para explicar a "grave ilegalidade" da ordemPolítica2024-09-03T20:45:23.812ZA Starlink recuou e afirmou, nesta terça-feira (3), que vai aceitar a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de interromper a conexão com o X, antigo Twitter, segundo a agência de notícias Reuters. Em uma publicação no X, a empresa do bilionário Elon Musk disse que iniciou procedimentos legais no STF explicando a "grave ilegalidade" da ordem de Moraes, que congelou as finanças da Starlink e a impede de realizar transações financeiras no Brasil.
Antes, a empresa havia dito que não seguiria a determinação do ministro Alexandre de Moraes ordenando para que todos os provedores de internet bloqueassem o acesso doméstico ao X. A plataforma foi proibida de atuar no país por não haver representante legal e por descumprir medidas judiciais. A rede social Na decisão que suspendeu o acesso aos recursos e transações financeiras da Starlink no Brasil, Moraes considerou que ambas as empresas pertencem ao mesmo grupo econômico, liderado por Musk. A Starlink é uma provedora de internet via satélite, com mais de 200 mil usuários no Brasil. Logo após o anúncio da decisão, a empresa classificou a ordem como "inconstitucional" e declarou que iria recorrer.
São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/starlink-recua-e-diz-que-vai-aceitar-determinacao-judicial-no-brasil-e-suspender-o-x